Convencer uma menina para sair com você

Quanto mais medo você tiver, quanto mais receio e mais inseguro for, muito maior a chance de você perder a mulher que quer ficar. Pense bem, devido toda a insegurança que você teve, a forma como você se aproximou, querendo dar uma de bonzinho, fazendo favores, trocando segredinhos, mas sem contar o SEU principal segredo, fez com que ela só te visse como um amigo. 1) Analisar Razões para conseguir uma menina ser sua namorada. Examine suas razões para pedir a menina para torná-lo oficial. Sobre a chance de que você descobriu uma menina que faz você se sentir especial e seu coração está pulsando em um milhão de milhas para cada momento, então as chances são, ela faria uma namorada extraordinária. O pior medo de uma mãe é que você acabe se machucando — essa é a principal razão para que digam 'não' quando os filhos querem sair ou ir a algum lugar. Se deseja acabar com esse medo, tudo que você deve fazer é contar sobre o que deseja fazer, detalhe por detalhe , e convencê-la de que não há nada com que se preocupar. Muitas vezes os homens se aproximam de uma mulher, criam alguma atração e eventualmente a beijam, em seguida pegam o número de telefone, e ai vem a pergunta: “Será que ela vai querer sair comigo?”. É natural que vários de nós cometamos erros que fazem com que a resposta para essa pergunta seja incerta, mas na verdade o que vai definir se uma mulher vai sair com você ou não é a ... Para muitos, aproximar-se de uma garota não é tarefa fácil. Existe o medo de ser rejeitado, fazer o ridículo, não saber exatamente o que dizer, medo do que os outros vão pensar etc. Tudo isso, claro, somado às fantasias vendidas pelo cinema, televisão, redes sociais, sobre o que deveria ser o amor ideal. Aja naturalmente e demonstre para ela que você é uma pessoa com uma personalidade segura, e que tem seus afazeres. As garoas gostam de sentir seguras. 03 – Como falar com uma menina que você gosta. Depois de se tornar perceptível por ela, demonstrando que é bom partido, você deve começar a ter as primeiras conversas. Chame-a para sair. Depois de conseguir engatar uma conversa, é hora de convidá-la para sair. Pergunte sobre os planos dela para um determinado dia ou fim de semana. Se ela disser que está livre, aproveite e chame-a para sair. Envie uma mensagem dizendo 'Você quer [fazer tal e tal atividade] comigo?'. Não demore muito para convidá-la.

melhor amigo?

2020.09.15 04:31 Humble_Author4284 melhor amigo?

Vai ser um pouco longo, so avisandokk
Bom, tudo começou em 2017 quando eu me mudei de cidade e escola, tudo novo. Mas logo no segundo dia ja consegui fazer amizades e taus com 2 meninas (vamos chama-las de mile e ana) e um menino (vamos chama-lo de gabriel). Eles eram super gente boa e me acolheram da melhor forma possivel.
Em 2018 esse nosso grupinho foi se afastando mais quando a mile saiu da escola e a ana começou a ficar mais com as outras amizades dela, mas isso não impedia da gente ainda se falar. Com tudo isso, naquela epoca eu e o gabriel nos aproximamos muito e faziamos tudo juntos, conversavamos sobre tudo, saiamos juntos, era muito foda ter aquela sensação te ter so eu e ele conversando sobre coisas que so eu e ele entendiamos.
Em 2019 a nossa amizade continuou a mesma, mas começamos a ficar mais junto porque a outra ana mudou de sala para ficar com as amigas dela. A gente tava super de boa com isso e taus, mas a gente começou a se afastar um pouco dela, mas nada impedia a gente de dar um oi pelos corredores.
Em março de 2019 eu tive que voltar para a cidade que eu tinha vindo antes de ir para essa, e obviamente eu fiquei muito abalado pq de tanto eu e o gabriel ficarmos juntos, a gente não se preocupou tanto em expandir o nosso circulo social.
(alguns fatos sobre ele que eu esqueci de citar: ele nunca foi muito de sair de casa e nós íamos call todos os dias depois da escola. Não sei se isso vai fazer alguma diferença no futuro da historia mas fizer ta ai)
Continuando.
Obviamente foi otimo voltar pra minha cidade onde eu ja conhecia muitas pessoas que eu tinha crescido junto, e eu ainda ia estudar na mesma escola que eu tinha estudado no passado, então todos os meus antigos amigos estavam la. Mas como o tempo é foda, tudo muda ne. Algumas pessoas não foram mais as mesmas comigo, algumas foram, mas isso é normal.
Desde o começo quando eu voltei eu me sentia meio deslocado naquele ambiente pois algumas pessoas tinhas novas amizades, e eu sou muito timido pra chegar em alguem e falar um oi (tanto que eu demorei 1 semana pra começar a falar com alguem la e ainda era alguem que eu ja conhecia). Mas sempre que eu chegava da escola eu sempre conversava com o gabriel e desabafavamos sobre como as nossas vidas são solitarias e tristes (draminhas).
A nossa relação continuou assim por um tempo, ate que como o de costume a gente foi se afastando um pouco, mas eu sempre tentava mandar um oi e começar uma conversa (ponto importante que eu sempre que mandava o primeiro oi. ele literalmente só meu mandou 1 mensagem pra conversar pq ele tava entediado)
No começo eu obviamente estranhei pq segundo ele eu era o unico amigo dele (pq ele disse que todas as pessoas que falavam com a gente na epoca não falavam mais com ele). Então na minha mente eu imaginava que eu precisava sempre mandar mensagem pq ele dizia que ngm falava com ele (e eu tbm n).
Com o tempo ele começou a não me responder mais e eu ficava sempre muito incomodado com isso, mas sempre que ele respondia mesmo que só um pouco eu ja me satisfazia e "perdoava" ele (as famosas migalhas).
Eu fui me acostumando com isso por um tempo, até que a quarentena começou e literalmente eu só conversava com 2 pessoas (ele e uma outra amiga de outro estado que não vem ao caso na historia). Ou seja, pra eu manter a minha mente sociavel com alguem eu tinha que depender dele que não me respondia só raramente, e dela que é muito ocupada.
Tinham umas epocas que era quase previsto, quando a gente começava a conversar e talvez ir uma call, a gente ficava nesse fluxo por uma semana mais ou menos, e depois disso eu ja sabia que ele ia ficar um bom tempo sem falar comigo de novo.
Eu sei que você pode estar pensando por exemplo que ele quer espaço essas coisa, e eu sei disso, todo mundo precisa eu respeito, tanto que quando eu sei que ele vai passar esse tempo sem falar eu nem tento mandar. Mas recentemente a gente marcou de ver a minha serie favorita, e na hora que ele aceitou ver eu fiquei na maior euforia do mundo, pq 1- eu consegui convencer ele a falar comigo por um tempo; e 2- alguem no mundo tbm ia conhecer essa serie pq quase ninguem no brasil conhece; e 3- que ele tinha realmente gostado da serie quando eu mandei o trailer; mas voltando.
A gente tinha marcado pro dia seguinte assistir, mas não marcamos a hora, então quando chegou o dia eu perguntei pra ele quando eu poderia ligar pra ele e a gente começar a assistir, mas ai se passaram 1, 2, 5 horas e ele não respondeu, eu pensei q sla, ele tava ocupado ou não poderia ver a mensagem, mas no dia seguinte que eu fui ver, ele tinha visualizado e não tinha falado nada. Eu sei, eu juro que é sla, ele pode não poder assistir naquela hora, ou ate não quisesse mesmo, mas custava pelo menos ele responder "não vai dar"?
Eu tinha aceitado ele não falar comigo por um tempo essas coisas, mas eu realmente tinha ficado muito animado na noite anterior (muito mesmo), e ele só ignorou a mensagem.
As vezes eu penso que ele não precisa mais de mim ou coisa do tipo pq ele me disse que comçou a falar todos os dias com um ex amigo nosso e q ele tava gostando dele, eu ovbiamente fiquei feliz por ele (ate pq os antigos relacionamentos dele não foram uns dos melhores, e aparentemente esse cara tbm tava gostando dele ent eu tava de boa), mas eu só me pego imaginando que agr que ele tem ele ele não precisa mais de mim e taus (pq quando ele me disse que tava gostando dele e que ele tava conversando munto com ele por um tempo foi quando ele comçou a realmente se afastar). Eu não sei.
Eu sei se você conseguem me entender, até eu mesmo to me achando meio deplorável lendo isso, mas eu só queria saber se eu que to enchendo o saco ou as minhas paranoias estão certas.
(Mesmo que doa, se for o caso, me digam se eu to errado, pq eu não consigo me auto julgar sem pensar que é coisa da minha cabeça)
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2020.08.31 05:18 _powerguido_ Senta que lá vem história

Ficamos juntos por 5 anos. E não foram 5 anos fáceis - minha ex namorada teve problemas que eu não sabia como ajudar. Ela era literalmente stalkeada por um ex colega de classe que simplesmente se apaixonou por ela e passou mais de dois anos perseguindo ela no trabalho, no mestrado, na academia. Chegou a conspirar com colegas da faculdade pra saber onde ela estava, quem eram as pessoas próximas dela. Tentou rapta-la, mais de uma vez. Subornou familiares para ficarem do lado dele. Pra ela, ele era só um cara que não sabia expressar os sentimentos bem. Se ele parou? Não. Mas reduziu a agressividade consideravelmente e hoje em dia se limita à "só" mandar um buquê de rosas no aniversário dela.
O cara já estava tão enraizado na vida dela antes de eu aparecer, que eu simplesmente não consegui convencer nem mesmo a minha ex de que ele era um cara realmente transtornado. O terror que era esse cara na vida dela só serviu pra agravar ainda mais o caso grave de ansiedade que ela tem. Vocês sabem o que é ver uma crise de ansiedade pela primeira vez, sem nem entender o que estava acontecendo? Mas uma crise grave mesmo, de fazer a pessoa chorar por duas horas sem parar, de ficar arranhando o corpo todo com as unhas e viver com hematomas nos membros do corpo por causa disso. E isso começou a ficar constante... uma hora eram uns arranhados no rosto, depois nas pernas. Até o dia em que eu fui ver ela e os dois antebraços estavam quase em carne viva.
E o pior, é que eu quase nem me lembro mais dessa época. Foi muito intenso e me afetou negativamente por muito tempo. Eu conseguia entender que um babaca machista se via no direito de perseguir uma mulher só porque ela não queria namorar com ele - mas meu deus do céu, eu com certeza não conseguia entender como ela mesma não via o quanto ela precisava de uma ajuda profissional por causa da influência negativa desse cara na vida dela (e por vários outros motivos que não valem nem a pena serem citados). Ela me usava como substituto pra tudo que ela não tinha na vida dela - um pai, um irmão, um psicólogo, um amigo. E eu me deixei levar, porque era ingênuo. Porque era meu primeiro namoro. Porque eu achava que eu podia consertar isso. "Depois das primeiras sessões no psicólogo ela vai perceber que esta fazendo bem pra ela", eu dizia pra mim mesmo. Passamos em tantos psicólogos, psiquiatras, gurus. Fizemos academia juntos, eu praticamente morava com ela e não ficava mais com minha família. Eu achava que eu podia dar um jeito na vida daquela menina.
E sinceramente? Eu podia mesmo. Eu não acho que falei alguma coisa errada pra ela em todo o tempo que estávamos juntos. Mas ela nunca me ouvia. E se ela ouvisse, talvez ela tivesse passado por essas situações com mais facilidade, nosso relacionamento teria tomado outros rumos e nós ainda estaríamos juntos. Mas não estamos, e quem está perdendo com isso é ela, porque ela não me superou com certeza. Ela mesma me fala isso.
Eu não acho que eu era um namorado incrível e maravilhoso. Eu nunca tive um carro pra conseguir dar um rolê com ela. Com meu dinheiro mal dava pra gente ir no cinema uma vez por mês. Mas cara, eu me esforçava tanto, tanto mesmo. Lembro que eu um dos dias dos namorados eu quase varei a noite fazendo uma carta à mão de umas 10 páginas, tinha vários desenhos coloridos, poemas apaixonados e promessas de amor. Ela achou ok. Gostou mais do bicho de pelúcia que eu também dei, que custou 10 reais e que claramente não tinha nenhum valor sentimental pra mim. É muito difícil lidar com um cara que persegue sua namorada, mas acho que é mais difícil quando sua própria namorada não dá valor pra como você expressa seu amor por ela.
Mas você leitor deve estar pensando "Mas você disse isso pra ela?" E a resposta é sim. Eu sempre fui sincero com ela, se algo me chateava, eu dizia. Nada do que eu estou escrevendo aqui é algum segredo pra ela. E eu achava que ela ia trabalhar essas informações pra criar um relacionamento mais confortável pra mim e pra ela. Mas ela escolheu ignorar.
Mas o motivo de eu estar escrevendo tudo isso mesmo na verdade é outro. A gente terminou, mas foi razoavelmente tranquilo e decidimos continuar nos falando. Nós dois somos adultos, não é porque discordamos de alguns pontos que precisamos deixar de apreciar a companhia um do outro pra todo o sempre.
E é aqui que sou obrigado a voltar pro começo do nosso namoro. Porque apesar de termos iniciado o namoro cada um com mais de 30 anos, perdemos a virgindade juntos. Crescemos sexualmente juntos. Aprendemos tanto juntos! Eu mais ainda, visto que era meu primeiro namoro. E eu reclamei muito aqui da minha ex (e ela realmente tem os defeitos muito marcantes dela), mas eu também preciso admitir que ela em muitos momentos foi tão minha parceira, minha confidente, minha amada. Eu passei calado por todas as situações que eu já descrevi aqui e muitas outras tão ruins quanto porque, no fundo mesmo, pra mim estava valendo a pena. A gente tinha intimidade, apesar da dificuldade extrema dela de se abrir pra mim. Eu estava sacrificando meu bem estar mental e físico para sustentar o nosso relacionamento.
Tanto que só perto do final do nosso relacionamento que ela assumiu pra mim a atração por outras mulheres. Eu entendo ela, tem gente que não reage bem à isso. Eu tenho certeza que a família dela não reagiria nada bem. Entendo que era um segredo que ela queria deixar só pra ela, e que mesmo com toda a intimidade sexual que a gente tinha, ela também tem o direito de manter coisas só pra ela. É justo.
Só que eu não fiquei com raiva, nem com medo de ela querer me trocar por uma mulher, nem tive essa ideia fetichizada de transar com duas mulheres ao mesmo tempo. Eu sou um cara hétero, mas eu acho o amor lésbico de uma sensibilidade e de uma beleza inexplicável. Eu sempre me sinto mais seguro perto de mulheres, sempre me conecto mais com elas. Desde pequeno eu gosto da presença feminina. Então a ideia de duas mulheres partilhando um relacionamento, parece uma coisa quase mágica pra mim. E de novo, não é nada sexual nem fetichizado, eu realmente só acho muito bonito mesmo. Então qual foi minha reação quando descobri que minha ex tinha vontade de viver isso que eu acho tão incrível? Incentivei ela à correr atrás disso.
Mas é claro que ela, criada numa família extremamente católica, iria simplesmente sair atrás de uma guria do dia pra noite. Foram meses de conversa, de aceitação da parte dela também, de entender que ela não era uma aberração da natureza porque sentia atração pelo mesmo sexo (e também pelo sexo oposto). Nossos últimos meses juntos foram repletos de muitas conversas relacionadas ao mundo LGBT+ e afins. Acho que nós dois também já sabíamos que as coisas não estavam mais super bem entre nós, e que era questão de tempo até a gente se separar. Nosso relacionamento estava bem desgastado mesmo. É estranho porque a gente consegue ser extremamente forte pra parceira quando ela precisa ir correndo pro hospital, ou tem uma crise de pânico, ou não se sente segura na rua e precisa que você pare o seu dia para fazer companhia à ela - mas parece perder a motivação quando essas situações se normalizam e você percebe que talvez aquela pessoa simplesmente não tem a proatividade de te mandar uma mensagem perguntando "como foi seu dia", e de alguma forma sempre está online no whatspp. Sim, nosso relacionamento acabou. E foi bom ter acabado. Eu precisava desse término, muito mais do que eu precisava de uma namorada.
Mas também é muito bom saber que aquela pessoa por quem você passou anos cultivando um sentimento também está vivendo a vida dela. É bom saber que dá pra gente marcar um dia pra devolver as roupas dela que ficaram aqui em casa, sem drama, sem dor de cabeça. Ela foi muito madura no término, eu também. De certa forma nosso namoro acabou, mas continuou como uma amizade - bem menos intensa, bem menos problemática, bem mais fácil de lidar. Mas também sem as partes boas, sem aquela sensação de que se está ajudando a pessoa. Mas é muito mais do que milhares de pessoas separadas têm hoje em dia. Não posso reclamar, eu tenho muita sorte.
Eu só queria mesmo poder partilhar com ela a experiência da descoberta homoafetiva dela. O que não vai acontecer, já que ela já deixou claro que não é obrigada a revelar nada da vida pessoal dela agora que nosso relacionamento terminou - e ela tem total razão nisso. Eu sei disso, eu concordo com isso, e ao mesmo tempo eu acho que ela está sendo tão injusta por me negar esse fato.
Eu sei que não justifica, mas eu me dediquei tanto ao nosso antigo relacionamento juntos. Tive que entender que eu não estava mais sozinho no mundo, eu tinha alguém pra dividir o mundo comigo. Eu tive que aprender a baixar minha guarda, contar o que me dava medo, me expor totalmente à alguém, me desconstruir inteiro. E isso é muito difícil pra mim. Eu sei que ela não me deve nada, e eu sei que eu sou um idiota por me apegar tanto à esse motivo tão besta. Mas isso é realmente importante pra mim. Tem uma coisa dentro de mim que é ansiosa em saber se minha ex está se sentindo acolhida por uma outra mulher, se teve uma boa primeira experiência. De novo, eu sei que soa muito trivial, mas é uma verdade tão grande dentro do meu coração que me faz querer chorar quando lembro que isso nunca vai acontecer.
E não tem nada que eu possa fazer a não ser aceitar. E é exatamente isso que eu venho tentado fazer, pelos últimos 6 meses.
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2020.08.10 01:58 YatoToshiro Fate/Gensokyo Jeanne (Lancer - Alter- Lily)


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A segunda geração é Alter-chan ~ 2016 Natal ~
Jeanne Alter encontra Gilles de Rais tarde da noite para falar sobre o Natal. Frustrada com o Papai Noel, ela diz a Gilles que vai roubar seu saco e distribuir os presentes antes que o Papai Noel o faça. Esse ato, ela acredita, fará as crianças e o Papai Noel chorarem. Gilles diz a ela que roubar o saco do Papai Noel será difícil, já que nenhum dos dois tem Ocultação de Presença. Em resposta, Jeanne Alter revela que Child-Gil deu a ela uma poção de invisibilidade. Enquanto estiver sob os efeitos da poção, ela roubará o saco do Papai Noel e passará a noite entregando os presentes. Assim, enquanto as crianças abrem alegremente os presentes amanhã, ela terá prazer nas lamentações de Santa Alter. Acreditando que seu plano seja perfeito, Jeanne Alter se prepara para beber a poção. Ela é cautelosa sobre beber, explicando que ela perguntou a Child-Gil sobre seu eu adulto como precaução. No entanto, apesar de seus medos, ela continua a beber a poção. Gilles aponta que ela não é invisível, portanto, Jeanne Alter acredita que Child-Gil a enganou. Mas, assim que ela se prepara para roubar a poção da invisibilidade real, ela de repente se transforma em uma criança, revelando que a poção é a Poção da Juventude. Esta versão infantil chama o plano de seu eu adulto de se tornar um malvado invisível, mas mesmo assim decide realizar seu desejo de ser o Papai Noel por respeito a esse desejo. Apresentando-se como Jeanne Alter Lily, ela anuncia que nasceu para se tornar o próximo Papai Noel. Depois que ela se chama de idiota por causa de seu plano de invisibilidade, Gilles pergunta se ela tem um plano. Alter Lily responde que ela não precisa de um plano, em vez disso, ela apenas convencerá o Papai Noel de que ela é o melhor Papai Noel. Ela então vai para o quarto do Papai Noel para fazer o que ela se propôs a fazer, mas ela é imediatamente e violentamente expulsa. Ao ouvir a comoção, Jeanne d'Arc vê Alter Lily e exige uma explicação de Gilles. Depois de obter uma explicação, Jeanne leva Alter Lily para o quarto de Ritsuka.
No quarto de Ritsuka, Jeanne explica a situação para Ritsuka, e Alter Lily se apresenta como Jeanne d'Arc Alter Santa Lily, Servo da classe Lancer. Ela então tenta e falha várias vezes em dizer seu nome mais rápido a pedido de Ritsuka, mas para quando Jeanne aponta que Ritsuka estava brincando com ela. Depois que Child-Gil se desculpa por dar a ela a poção errada, Alter Lily o critica por seu descuido. Ela também chama seu eu adulto de imprestável, culpando Jeanne por sua má atitude, estragando-a. Santa Alter então entra na sala, pedindo para falar com Ritsuka e Jeanne, e diz a Mash para brincar com Alter Lily. Alter Lily tenta exigir o saque de Papai Noel para ela, mas a ameaça de Papai Noel a faz parar. Enquanto Papai Noel fala com Ritsuka e Jeanne, Mash pergunta a Alter Lily por que ela quer ser Papai Noel. Ela responde que é porque seria o melhor Papai Noel de todos os tempos, acreditando que pode entregar os presentes adequados e ideais para todos. Ela critica o Papai Noel por dar presentes inúteis quando Mash se lembra da expressão vazia de EMIYA ao receber as chaves pretas no último Natal. Sabendo do Natal passado graças às memórias de sua personalidade adulta, Alter Lily afirma que pode dar presentes melhores que todos vão adorar. Quando Santa Alter volta de uma conversa com Ritsuka e Jeanne, Alter Lily fica com medo dela e se esconde atrás de Ritsuka. Santa Alter se prepara para dar o saco de Alter Lily, tendo decidido que ela pode ser o Papai Noel este ano. Mas antes disso, ela testa o valor de Alter Lily em ser o Papai Noel no simulador de combate. Passando no teste de Papai Noel, Alter Lily recebe sua sacola e, em seguida, sai com Ritsuka para entregar os presentes.
Voando pelo céu em Llamrei II, Alter Lily critica "The Gift of the Magi", dizendo que sua lição de moral cai por terra, já que os presentes dos casais se tornam inúteis no final. Mais tarde, ela lê que o primeiro pedido é de Jing Ke, que no ano passado pediu uma adaga afiada, mas em vez disso conseguiu um "elegante cavalheiro mais velho". Acreditando que ela tem o melhor presente para ela, Alter Lily e Ritsuka voam até o esconderijo da caverna de Jing Ke. Entrando na caverna, Alter Lily decepcionantemente testemunha Jing Ke, Ushiwakamaru e Mata Hari enquanto eles provocam Tarasque. Ela se anuncia quando Santa Marta percebe ela e Ritsuka, e começa a repreender todos eles por terem se embriagado. Ela fica com medo e se esconde quando Jing Ke a toca em seu estado de embriaguez. Ela fica ainda mais assustada quando Ushiwakamaru ameaça queimar tudo para fazê-la sair do esconderijo. Ela é então desafiada por Martha a lutar com ela e as outras meninas, o que ela aceita de bom grado. Depois de derrotá-los, Alter Lily dá às meninas seus presentes, que são todos desintoxicantes. Ela os repreende novamente por ficarem bêbados, dizendo que não é algo que Servo deveria fazer. Assim, ela lhes diz que o remédio é para que cumpram seus deveres como Servos, mas avisa que isso também significa que eles sofrerão danos se beberem álcool. Martha pergunta se ela fez o remédio, ao que Alter Lily responde que ela fez um Conjurador que usava roupas brancas, apesar de não conhecê-lo. Enquanto Jing Ke, Ushiwakamaru e Mata Hari partem para matar o Conjurador, Alter Lily sai com Ritsuka e segue para a próxima parada. Ela rapidamente agarrou Martha, que começou a perguntar o que ela pensava quando escolheu aqueles presentes. Alter Lily responde que ela queria dar presentes a Jing Ke, Ushiwakamaru e Mata Hari que seriam úteis para eles. Martha discorda desse sentimento, porém, acreditando que os presentes de Natal têm mais a ver com alegria do que com práticas. Alter Lily discorda fortemente de Martha, porém, acreditando que um presente prático é melhor do que aquele que traz alegria. Ela então sai com Ritsuka depois que Martha agradece pelo presente e lhe deseja boa sorte.
Em seguida, Alter Lily e Ritsuka voam para o Japão para entregar presentes aos servos de lá. Ao pousar, ela cumprimenta Fuuma Kotarou e se apresenta como Papai Noel. Em resposta à confusão de Kotarou sobre o Papai Noel ser uma criança, ela proclama mais uma vez que é o Papai Noel e não uma criança, fazendo beicinho sobre todos sempre tratarem como uma criança. Ela rejeita a oferta de doces de Tawara Touta, afirmando que tudo sabe que você não deve aceitar coisas de estranhos. Depois de rejeitar a oferta de doces de Ritsuka, ela dá a Kotarou seu presente, um dicionário Japonês-Inglês. Ela diz a ele que o nome de Noble Phantasm tem muitos problemas gramaticais e coisas, então o dicionário é para traduzi-lo para o inglês adequado para um nome de Noble Phantasm adequado. Touta chama seu presente de terrível, mas Alter Lily o defende, alegando que é para o próprio bem de Kotarou. Quando Touta diz que um presente de Natal deve trazer alegria, Alter Lily afirma que um presente não é bom se não for útil. Ela continua que, se esse não for o caso, então dar presentes é apenas trazer alegria ao doador. Ela afirma que presentes que trazem alegria não fazem o mundo melhor, acreditando que o Papai Noel precisa dar presentes úteis às pessoas para que possam melhorar. Ela então entra em uma discussão infantil com Kotarou sobre o que ela acabou de dizer, o que aumenta até ela ser desafiada a lutar com ele e Touta. Depois de ser derrotado, Kotarou aceita o presente de Alter Lily, mas diz a ela que não mudará o nome de seu Noble Phantasm, em vez de usá-lo para aprender algumas palavras da língua de seus antepassados. Alter Lily fica desapontada consigo mesma quando descobre que o Nobre Fantasma de Kotarou tem valor sentimental para ele. Ela é agradecida pelo dicionário e depois sai com Ritsuka. Mais tarde, no céu, ela pondera se seu presente para Kotarou foi útil e percebe que ser Papai Noel é mais difícil do que ela pensava. De repente, um "misterioso" Servo se apresentando como Santa Island Mask embarca no Llamrei II. Ele diz a Alter Lily para perseverar em seu papel de Papai Noel, dizendo que é função do Papai Noel sempre se levantar e dar sempre sorrisos. Alter Lily decide aceitar o Papai Noel como seu mentor para guiá-la a ser um Papai Noel melhor.
Alter Lily e Ritsuka chegam em um labirinto, mas estão perdidos graças à falta de direção dela. Ela provavelmente encontra pessoas por perto, presumindo que foram elas que pediram presentes ao Papai Noel. Ela se apresenta e se prepara para dar o presente a eles, mas as chamadas pessoas acabam sendo monstros. Depois de matar os monstros, Alter Lily ouve vozes de crianças chamando pelo Papai Noel. Gritando em resposta, ela é encontrada por Nursery Rhyme e Jack, o Estripador. Garantindo que ela está bem, Alter Lily pergunta se foram eles que pediram presentes ao Papai Noel. Eles confirmam, mas estão confusos, pois ela não é o Papai Noel. Jack e Nursery Rhyme contam a Alter Lily sobre como Papai Noel lhes deu muitos presentes no último Natal. Alter Lily é então forçado a lutar contra eles, já que Papai Noel ensinou Jack e Nursery Rhyme que eles precisam lutar para ganhar seus presentes. Ela os derrota, e eles explicam que não ganham presentes desde que perdidos, embora ela tenha presentes para eles. De repente, uma chave preta rosa cai no chão marcando a chegada de Santa Mask. Santa Mask convence Alter Lily a fingir que perdeu para Jack e Nursery Rhyme. Ela passa a fingir que foi derrotada por Jack e Nursery Rhyme, explicando que a vitória tardia é porque eles usaram Damage ao longo do tempo. Fingindo estar muito fraca para se mover, ela decide dar seus presentes. Santa Mask agradece a Alter Lily por um trabalho bem feito, embora ela se sinta culpada por mentir. Depois que o Papai Noel vai embora, Jack e Nursery Rhyme convidam Alter Lily para o chá. Ela agradece pelo convite e avisa que lá entregará seus presentes. Chegando na festa do chá, ela deduz que nem EMIYA nem Asterios pediram presentes. Ela pergunta a Asterios se ele quer alguma coisa para o Natal, mas ele responde que não. Acreditando que duvida que ela seja o Papai Noel desde criança, Alter Lily diz a ele que ela é de fato o Papai Noel e exige saber o que ele quer. Asterios responde que quer que dias divertidos como o de hoje durem o máximo possível, um desejo que Alter Lily percebe que ela não pode conceder. Rejeitando a oferta de comida de Asterios e a tentativa de EMIYA de falar sobre ela, ela dá presentes a Jack e Nursery Rhyme. O presente é um eremitério, pois Alter Lily acredita que Jack e Nursery Rhyme precisam de um lugar tranquilo para estudar em vez de brincar. Ela tenta explicar por que isso seria bom para eles, mas então decide que não seria e foge. Enquanto ela corre, Alter Lily percebe que é praticamente tudo o que ela tem, e que ela tem desejo nem esperança, já que a existência dela é impossível. No entanto, apesar disso, ela pensou que poderia conceder os desejos dos outros em vez dos seus próprios, e é por isso que ela queria ser o Papai Noel. No entanto, ela acredita que falhou em ser o Papai Noel, pois não sabe o que faz as pessoas felizes. Sozinho no meio de um campo de neve, Alter Lily é finalmente encontrado por Ritsuka, Jack e Nursery Rhyme. Ela se sente abatida quando eles devolvem o presente para ela, mas eles dizem que querem ver o mar. Santa Mask então aparece e a incentiva a atender o pedido de Jack e Nursery Rhyme, já que ela pegou o presente de volta. Alter Lily diz a Jack e Nursery Rhyme para embarcarem no Llamrei II para que ela possa levá-los ao mar. Antes de sair, ela agradece ao Papai Noel e garante que fará o possível.
Enquanto o grupo voa para seu destino, eles são repentinamente puxados para baixo por um Servo. Após um pouso forçado, eles são confrontados por Leonidas, que proclama que não pode deixar Alter Lily conceder o desejo de Jack e Nursery Rhyme de ver o mar. Questionado sobre o motivo por Alter Lily, ele explica que é por ordem de um gênio que ele não pode deixá-los passar. Alter Lily então luta com ele, alegando que é função do Papai Noel conceder desejos. Após a derrota, Leônidas diz a Alter Lily que há um grupo de Servos esperando à frente, e avisa que sua jornada até o mar não será fácil. Ela pergunta por que ele está tentando impedir o Papai Noel de realizar um desejo, mas ele apenas responde que ela terá que pedir detalhes ao próximo Servo. Depois que Leonidas desaparece de volta para Caldéia, Alter Lily confirma a condição de todos quando o Papai Noel aparece novamente. Ele pergunta a ela se ela ainda está disposta a continuar sua jornada, apesar de saber que ela não receberá nenhuma recompensa por realizar um desejo. Hesitante a princípio, ela responde que quer conceder o desejo de Jack e Nursery Rhyme, em vez de forçar um presente que eles não querem. O Papai Noel diz a ela para proceder com cautela, e cabe ao Papai Noel conceder ou não um desejo. Depois que ele sai dizendo que Papai Noel pode não ser um santo, Alter Lily pensa em como ela queria refutar isso. Ela queria dizer que o Papai Noel é um nobre santo que realiza o desejo de todos, por isso ela escolheu se tornar o Papai Noel. No entanto, ela não pode deixar de sentir que o que o Papai Noel disse pode ser verdade. Ela treme de medo do que acontecerá depois do Natal e se pergunta se ainda terá permissão para existir. O grupo percebe que não pode mover o trenó, então eles decidem seguir em frente sem ele.
Montando acampamento em uma floresta, o grupo come o banquete que a EMIYA preparou anteriormente. Mais tarde naquela noite, Alter Lily fala com Ritsuka sozinho enquanto Jack e Nursery Rhyme estão dormindo. Ela pergunta por que eles estão dormindo, já que são servos, e acreditando que estão desperdiçando energia mágica desnecessária, ela pergunta a Ritsuka se eles estão incomodando. Ritsuka responde que eles não se importam, mas Alter Lily responde que ela sente que é mais apropriado para um Servo permanecer na forma espiritual durante os tempos de descanso. Seguindo essa crença, ela se prepara para entrar na forma espiritual, mas antes disso, ela pergunta a Ritsuka se eles já viram o mar. Depois de darem suas respostas, Alter Lily se pergunta se é bom para Jack e Nursery Rhyme ficarem ansiosos para ver o mar. Ela continua que não tem nenhuma memória do mar, já que seu eu adulto nunca o viu. Ela então pergunta qual é o sentido de ir ao mar durante o inverno, já que eles só podem vê-lo, em vez de no verão, quando podem nadar nele. Ritsuka diz a ela que provavelmente ela vai gostar.
Na manhã seguinte, o grupo se prepara para continuar para o oeste em direção ao mar quando Mash detecta dois Servos. Hassan, do Braço Amaldiçoado, aparece declarando que não pode deixar o grupo ir para o mar. Em resposta a Alter Lily perguntando o motivo, ele responde que é porque o verdadeiro Papai Noel está aqui. Alter Lily suspeita de suas respostas, já que pareceu que ele pensou nisso quando Ritsuka disse que havia outros papais noéis. Evitando a acusação, Cursed Arm apresenta o verdadeiro Papai Noel, Santam, que pergunta o que é Papai Noel. Alter Lily responde que Papai Noel é o concedente de desejos, alguém que traz alegria trazendo presentes. Santam responde: Papai Noel é um vigia sem rosto que trabalha nas sombras e depois se revela. Alter Lily, Jack e Nursery Rhyme imediatamente percebem que Santam é apenas EMIYA usando uma máscara; algo que o choca, já que eles não conseguiram descobrir a identidade do Papai Noel. Ignorando isso, EMIYA diz a Alter Lily que ele veio para corrigir sua visão equivocada do Papai Noel. Ele diz a ela que ela não é um verdadeiro Papai Noel se ela hesitar ou fugir dessa jornada. Ele a desafia a lutar com ele se ela realmente acredita ser o Papai Noel. Alter Lily está cheia de dúvidas sobre ser o Papai Noel, acreditando que talvez EMIYA seja um Papai Noel melhor do que ela. No entanto, apesar de suas dúvidas, ela decide lutar, declarando-se o Papai Noel, uma vez que lhe foi confiado o saco do Papai Noel. Depois que ele é derrotado, EMIYA diz a Alter Lily para seguir em frente, nunca esquecendo que ela é um verdadeiro Papai Noel. Depois que ele sai dizendo a ela para não esquecer seus deveres, Alter Lily parece deprimido, mas ela diz a Ritsuka que ela ficará bem.
Conforme o grupo se aproxima do mar, Alter Lily se pergunta se ela ainda poderá ser o Papai Noel ou se desaparecerá. Ela, Jack e Nursery Rhyme são carregados por Ritsuka enquanto fogem de uma horda de bonecas vivas. Ritsuka tropeça em uma pedra, então o grupo é forçado a lutar contra as bonecas. Depois que as bonecas são destruídas, Santa Mask aparece e trai Alter Lily, alegando que ele a levou para sua armadilha. Querendo pegar o saco do Papai Noel como seu, ele explica que a primeira regra do Papai Noel é que o Papai Noel deve ser indiferente, mas justo. Eles realizam desejos e dão presentes de maneira justa, sem preconceitos e sem interesses próprios. Ele diz que Alter Lily está perdida, perplexa e angustiada, mas ela continua. Alter Lily questiona se é ruim estar perdido e perplexo, ao que Santa Mask disse que é. Alter Lily então pergunta se o interesse próprio é desnecessário, mesmo o desejo de conceder desejos; Santa Mask diz que não é necessário para o Papai Noel. Jack pergunta a Alter Lily se ela vai com ela e Nursery Rhyme para o mar, pois os dois querem que ela vá. Chamando seu desejo de absurdo, Santa Mask exige o saco novamente, mas Alter Lily se recusa a dá-lo a ele. Ela declara que não vai entregar o saco para alguém que insulta crianças e decide que deve derrotar o Papai Noel. Depois de derrotá-lo, Alter Lily diz a Santa Mask para se afastar, o que ele faz porque a viu decidida como Papai Noel. Enquanto ela continua em direção ao mar, Alter Lily começa a tremer com a sensação que ela continua tendo. Jack e Nursery Rhyme seguram suas mãos, e os três continuam à frente de Ritsuka. Ao anoitecer, as meninas alcançam a costa e, ao ver o mar, Alter Lily pensa que provavelmente falhou como Papai Noel. Ela começa a chorar alto, agora percebendo que era ela quem queria ver o mar. Ela pede desculpas a Jack e Nursery Rhyme por terem vindo ao mar para realizar seus desejos, mas para conceder os dela. Eles dizem a ela que está tudo bem, acreditando que ela fez o melhor que qualquer Papai Noel poderia. Ela então ouve as ondas com eles. Depois, ela corre para Ritsuka, que a observava de longe, e diz a eles que é o Papai Noel, embora seja jovem, imatura, egoísta e indefesa. No entanto, apesar de suas falhas, ela quer ajudá-la a Ritsuka. Ela pergunta a eles se pode ficar com eles mesmo depois do Natal e depois. Ritsuka a aceita, então Alter Lily agradece e os abraça.
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2020.07.29 18:53 ULTR4V10L3T4 "Eu não sei fazer isso"

Olá Luba, gatas, possível convidados e seres humanos. Hoje vim lhes contar a terrível história do meu primeiro e trágico beijo. Tudo aconteceu em setembro de 2019, estava em meu nono ano e tive minha viagem de formatura para Angra dos Reis e só tinha uma única meta: voltar com meu bv intacto. Eu havia começado a usar óculos pouco tempo antes da viagem, porém minha mãe não me deixou levar meu óculos, já que segundo ela eu iria dar um jeito de voltar com ele quebrado. Tudo corria bem até o terceiro dia de viagem, no qual tivemos o jantar trocado, onde meninas se vestiam de meninos e vice-versa, qual a ligação disso com minha história? Nenhuma, só acho engraçado relembrar desse jantar. Enfim, após dar risada de todo mundo, tivemos a festa do branco. Pelo falo de estar sem meu óculos, minha cabeça doía todos os dias e a festa com som alto só piorava. Naquela noite ainda tentei dançar e me divertir porém estava com muita dor. Pedi a minha amiga para que subissemos ao quarto, porém ela não quis pois estava garoando, e um tempo depois uma menina se aproxima de mim e me pergunta se estou solteira e queria ficar com o amigo dela. O fato é que não estava nem conseguindo responder direito e ela começa a colocar pressão, e de repente aparece mais um menino para tentar me convencer. Peço para que minha amiga responda, pois já não estava aguentando, e ela vira e fala: "ah, vai", e foi assim que fiquei com ódio da minha amiga e saí com o garoto para achar um local vazio, já que estava nervosa por nunca nem ter beijado alguém. Andamos pelo hotel e não achamos nenhum lugar, até que passamos por um monitor que diz: "vocês sabem o que é pedágio? Vocês só passam por aqui se derem um selinho". Acho que ele percebeu o quanto eu estava desconfortável e nos deixou passar. O garoto parece então achar um local e o sigo, logo percebo que era atrás do banheiro. Uma monitora nota que estamos lá e nos pede para sair e ele pede para que ela tenha calma. Quando percebo que não tem mais volta digo: "eu nunca fiz isso", até hoje não sei se ele respondeu "relaxa, eu também" ou "relaxa, tudo bem". Pouco tempo depois sinto a língua dele encostar na minha e entro em desespero, pois não sabia nem o que fazer. Eu o afasto e digo: "eu não sei fazer isso", ele pergunta se poderia ser somente um selinho e após isso saímos de lá. Ao sair, vejo minha amiga com as falsas da nossa sala, que descobriram o que aconteceu e faço minha amiga subir para o quarto comigo, estava tremendo e chorei ao chegar no quarto, e pra piorar descobri que ela e uma outra menina estavam me seguindo o tempo todo. Depois desse dia não tive mais informações do menino e dou graças a deus por isso. Penso seriamente em apagar isso da minha mente e voltar a ser bv.
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2020.07.28 00:37 irmao_urso00 Eu ODEIO a biologia humana

Algumas pessoas têm tudo e outras pessoas passam por dificuldades crônicas só por nascerem de determinada maneira. E pra piorar, mesmo as que nascem sem problemas são escravas dos próprios instintos, o que muitas vezes deixa a pessoa deprimida mesmo tendo tudo o necessário para a felicidade. Eu explico:
Eu considero que tenha uma vida boa. Tenho aparência e altura mediana, não tenho um micropenis, não tenho algum retardo físico ou mental etc. No geral eu não tenho motivos para reclamar, e eu não reclamo.
No fim do ano passado, eu conheci uma menina quando tinha ido pra um bar com uns amigos meus. Ela era bem simpática e engraçada, e tinha deixado implícito que estava flertando comigo. A partir daí a gente começou a sair. Ela não era muito bonita, mas eu não me considero toda essa areia pra só sair com gente linda, então eu nem pensava muito sobre. Nas vezes que a gente saiu ela acabou me contando um pouco da vida dela, e como ela sofria zoações e comentários de mal gosto na época da escola (nós dois temos 21 anos) por conta da aparência e por ser mais gorda naquela época, apesar de atualmente ela ter um corpo bem bonito. Enfim, adolescentes podem ser muito maldosos. Fiquei com a maior pena, mas ela disse que hoje se aceita melhor e tal, o que é ótimo. Mesmo assim, ela gostava muito que eu elogiasse ela, mandava umas fotos dela fazendo qualquer coisa durante a semana e eu sempre respondia bem né, eu sempre tento levantar a moral das pessoas de quem eu gosto, principalmente em relacionamentos românticos.
O problema é que foi passando as semanas e eu tava percebendo que ela tava se tornando muito envolvida comigo, talvez quisesse alguma coisa mais séria. E isso é um problema, porque eu não me importo de elogiar meus amigos. Tem uns que parecem que foram atropelados por 5 carros e eu vou lá na foto deles e comento "Gostoso.", mas como existia um interesse romântico eu já tava me sentindo mal de comentar "uau que linda" sendo que, sinceramente, eu não achava isso. E todo mundo merece alguém que o/a considere bonito/a. Havia outras coisas que a gente não combinava e que me incomodavam, mas eu não posso negar que aparência era uma delas. Eu tentei me convencer do contrário por alguns dias. Antes que a situação piorasse e ela se apaixonasse ou sei lá, fui conversar com ela pra gente parar de sair. Ela aceitou de boa, me pediu uma longa explicação sobre o porque a gente não da certo e claro eu não citei esse motivo. No fim ela falou que entendia mas não estava "apaixonada" nem nada, e honestamente espero que seja o caso.
Agora, durante a quarentena, uma menina que eu nunca vi antes veio me chamar no Facebook, e perguntou se queria que eu fosse amigo dela (tenho que parabenizar a coragem de fazer isso, eu não faria). Ela até que era bastante parecida com a outra menina que eu tinha saído. Ou seja, era o mesmo problema DE NOVO. Dessa vez eu tentei realmente me convencer que eu achava ela bonita, ficava olhando as fotos dela esperando que eu fosse ver alguma coisa que mudasse minha opinião. Enfim ela falou um pouco da vida dela, era meio deprimida e atualmente não estudava nem trabalhava mas estava começando um estágio em algum lugar, e ela não parecia ter muitos interesses ou opiniões sobre nada, ficava pedindo desculpa várias vezes etc. Eu entendo, depressão faz isso com as pessoas. Mas eu não ia esperar ela se envolver antes de tomar alguma atitude, então resolvi deixar a conversa morrer depois de alguns dias.
E agora eu estou aqui, PUTO com a realidade porque é a segunda pessoa que eu rejeito por um motivo fútil, mas que não tem nada que eu possa fazer, porque eu não consigo escolher quem eu vou achar bonito ou feio. Se você está lendo isso pode ficar com a impressão que eu devo ter umas exigências irreais de aparência, mas a segunda menina também parece ter sofrido o mesmo que a primeira (até porque ela é de uma colônia alemã que as fotos de turma era umas gurias que se encaixavam em todos os padrões estéticos possíveis, e ela destoava infelizmente).
É isso, me sentindo uma pessoa horrível, sinto que eu cometi duas injustiças com meninas que não fizeram nada pra merecer a situação que elas têm, e em vez de ajudar eu fui lá e acrescentei mais uma experiência negativa. Como eu queria não me importar com aparência, eu não quero namorar essas meninas super-lindas-totalmente-padrão, mas ainda sim eu me importo, e isso é triste. Desculpa, ficou muito longo, obrigado por ler até aqui. Por favor me digam como vocês veem esse tipo de situação, preciso ouvir outras opiniões.
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2020.06.21 03:22 boninha QUEM É O BABACA (AVISO DE GATILHO: abuso psicológico)

CONTEXTO: A casa dos meus pais é um lar extremamente tóxico e sofri diversos tipos de abusos, e os dois tem problemas psicológicos e ficam inventando milhares de doenças que eu supostamente tenho. Por causa disso sofri muito com eles durante toda minha via, não podia ter amigos ou sair de casa e vivia praticamente trancada. Além de revirarem meu quarto, esconderem e jogarem fora roupas minhas e objetos. Quando entrei pra faculdade em 2019 ela me obrigou a trancar por não aceitar meu namoro com o Carls (nome fictício) e não me deixou ver ele (eu morava duas cidades de distância dele e da faculdade então ia de fretado).
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Eai turma, lubisco, editores, gatas e papelões. Minha história é bem complicada e pesadinha então coloquei um aviso de gatilho no título. É uma história longa mas vou resumir o máximo possível.
Quando eu fiz 18 anos em Outubro de 2019 eu decidi que eu queria sair de casa assim que começasse janeiro de 2020, então eu, meu namorado Carls e meu ex melhor amigo Barls (obs. éramos amigos há 4 anos e ele sabia o que eu passava em casa) e u namorade dele Arls planejamos juntos como seria meu processo de mudança. Depois que o ano novo passou eu fui arrumando minhas coisas cada dia um pouco e ia escondendo as mochilas no guarda-roupa e debaixo da cama, ficou combinado que eu ficaria na casa do meu amigo barls por um tempo (que era numa cidade vizinha) e que eu poderia ficar DOIS MESES lá enquanto entregava currículo com meu namorado a procura de emprego e depois disso iria para a casa dele (guarde essa informação).
O dia tão esperado chegou e eu chamei minha "mãe" (odeio chamar ela assim então vou me referir a ela como cobra) e conversei com ela que uma amiga minha e colega da facul iria me buscar e me levar para e iria sair de casa. Eu admito que não foi da melhor forma de se fazer as coisas mas eu estava realmente desesperada para sair daquele lugar o mais rápido possível e fiquei com medo de que se ela soubesse antes ela iria me impedir de ir. Enfim, eu que não queria que ela soubesse onde eu ficaria inventei uma história junto com meus ex amigos e namorados de que eu iria ficar na casa du Arls até um apartamento de SP que eu iria dividir apartamento com outra amiga desocupasse. Obviamente a cobra não caiu no feitiço e fez um milhão de perguntas e eu fui me esquivando delas até que minha amiga chegou pra me buscar. Enquanto eu colocava as malas no carro + a gaiola e a minha coelha a cobra tirou FOTO da placa do carro da menina e pegou o número dela (obs. ela não sabia de muita coisa e só estava lá pra me dar carona) e partimos em viagem rumo à casa do Barls.
Chegando lá a familia dele me recebeu muito bem, só que depois de alguns dias o barls me disse que eu teria apenas QUINZE dias para ficar lá, sendo que já ele havia me confirmado que eu ficaria 2 meses e se eu soubesse disso antes eu teria ido direto para a casa do meu namorado, e como se não bastasse a amiga da faculdade contou pra cobra que eu menti e ela começou a me ligar várias vezes ao dia e chegou a ir no apartamento do meu ex amigo QUASE DE MADRUGADA querendo que eu descesse. E MAIS, barls, que sabia de tudo que eu passava ficava me perguntando várias vezes se eu tinha certeza das coisas que aconteceram comigo, se eu tava mentindo pra ele etc. E eu descobri que ele e a cobra estavam SE CONVERSANDO VÁRIAS VEZES AO DIA e planejando entre si pra que eu voltasse para casa.
Os dias foram passando e faltava 2 dias para eu sair desse meu amigo e ir pro Carls e minha irmã (cobrinha 2) me mandou mensagem falando que estava na portaria do prédio e que era pra eu descer (sendo que nesse dia ela já havia me ligado e eu falei que não queria ver ninguém pois estava triste e eu já tinha encontrado eles dois dias antes e tinhamos ido comer e conversar e tudo tinha ido bem naquele dia. O barls falou que ia descer comigo e nós tinhamos discutido então o clima entre nós não estava legal, enfim descemos e adivinha: ELA NÃO TAVA SOZINHA UAU. Com ela estava um tio irmão da cobra que não sabia nem quantos anos eu tinha, a minha irmã cobrinha 2 e a cobra. Eles começaram a falar que queriam me levar pra comer e conversar comigo e com meu amigo e queriam ficar me abraçando e "nossa como nos te amamos" , e eu com muito mal gosto fui com eles até uma pizzaria e lá eles queriam saber onde eu ficaria depois do Barls, e eu me neguei a falar porque não queria que eles ficassem aparecendo na porta dos meus sogros de madrugada do nada e sem avisar e também não contei ao Barls pq sabia que ele me caguetaria. E foi ai meu amigo que acendeu a primeira fagulha de um incêndio enorme. Eu que não sou boba nem nada saquei que o clima tava estranho e mandei mensagem pro meu namorado para que ele entrasse em ligação comigo porque eu achei que algo ruim aconteceria.
Voltamos para o prédio do meu amigo e foi lá que aconteceu a primeira merda. Eu já fora do carro, a cobra me puxa pelo pescoço e junta mais a cobrinha 2 e o tio pra me por no carro a força Dizendo "agr vc vai embora cmg", me pegaram pelas pernas, quase tiraram minha roupa e me deixaram roxa nas pernas. Eu obviamente me debati e fiz força pra me defender e entrei em completo desespero nessa situação, gritei para o meu celular para que meu namorado chamasse a polícia E nisso a cobra queria pegar meu celular e pra fazer ela me soltar eu mordi o braço todo dela, mas mordi com vontade mesmo e não me arrependo pra ser sincera. E aí uma das vizinhas que me escutou gritando chegou e me pôs pra dentro do prédio pra me ajudar e disse que entendia minha situação por que ela também passou muito perrengue com família e enquanto isso a cobra batia desesperada na porta de vidro da portaria. Nisso a polícia chegou e um policial mt bonzinho falou cmg e me acalmou e disse q ela n tinha pq fazer isso e n era direito dela, que eu era maior de idade e tinha direito de tomar minhas próprias decisões, nisso, eles me levaram pro upa de tanta insistência da cobra que dizia que eu estava doente e fora de mim e no upa ela mostrou uma série de documentos meus de HPV que eu fiz o tratamento, FOTOS MINHAS NUA IMPRESSAS, prints de conversas de whatsapp, foto do meu namorado fumando maconha de 7 anos atrás etc e falou pro médico que estava de plantão se ele escreveria uma recomendação para um HOSPITAL PSIQUIATRICO (sim você leu certo) e ele fez, pra melhorar ainda mais a minha situação o médico SE NEGOU a falar comigo e quando consegui trocar duas palavras com ele ele me ignorou e me cortou completamente e disse pras enfermeiras me darem 3 AMPOLAS DE CALMANTE. Sim. Eu levei 3 injeções de calmante na bunda e olha que eu não estava em nenhum tipo de crise, só estava chorando. Não me deixaram ir no banheiro e fiquei molhada de mijo kk esperando a auta.
Aí quando me deram alta eu liguei pro Barls em desespero e ele disse "n quero me meter nisso"e falou pra eu ir com eles e como eu não tinha escolha fomos pra saída (eu dopada e morrendo de medo e repulsa) Um amigo meu da facul q mora na mesma cidade (vamos chama-lo de anjo) apareceu pra ver se tava tudo bem e tentou conversar com a família de malucos e entender o que estava acontecendo.E nisso o tio, irmão da cobra EMPURROU ELE e chamou ele de "neguinho" e de "ze ninguem" (Sim ele é negro) e ficou ameaçando bater nele, dizendo que ele tinha uma faca. Aí o meu salvador vulgo meu namorado chegou e confrontou eles e foi só ele chegar que baixou o capiroto na cobra, ela ficou maluca, começou a me segurar e me arrastar pela blusa, saia, quase me enforcou com o braço. Ela tava realmente fora de si ali, chegou inclusive a bater no meu namorado (eu tenho video desse acontecimento e o audio da ligação pra provar que eu to falando a verdade). Ela ficou gritando muito alto que era pra me dopar mais, então eu pedi ao Carls pra ele chamar um uber pra gente fugir dali e quando ele chegou q eu fui correndo veio a cobrinha 2 e SE JOGOU na minha direção e caiu no chão (Ela jura de pé junto q foi o Carls q empurrou ela mas sinceramente se fosse esse o caso eu estaria parabenizando ele), Aí meu namorado subiu em cima dela pra eu entrar no carro mas o uber decidiu se mandar e a polícia chegou novamente (Obs. estava de madrugada), a cobra tirou os documentos sem sentido dela de novo e falou pros policiais que eu não conseguia pensar por mim mesma e que era autista e tenho sinais de esquizofrenia (sendo que ela ja pagou mais de mil reais em um exame de uma neuropsicologa comprovando que eu não sou esquizofrenica ou autista e que só tenho depressão e ansiedade de 3 anos atrás) e disse que meu namorado e o amigo dele são maconheiros e que queriam me tirar dela. Ai o general veio e ALGEMOU o meu namorado e o anjo, sendo que eles não estavam cheirando ou com nenhuma droga, se negou a pegar depoimento deles E O MEU e os levou PRA VIATURA e falaram pra seguir eles pra delegacia**.**
O dia amanheceu na delegacia e eu que estava passando mal pra caramba, não conseguia manter o olho fechado ou movimentar meu corpo, praticamente desmaiei no carro enquanto eles falavam com os policiais, estes que liberaram a gente e eu não tive contato com meu namorado.
"Acordei" era horário de almoço em outra cidade pra entrar no hospital psiquiátrico. A psiquiatra que estava lá falou coisas básicas comigo, viu que eu estava dopada e falou pra eu esperar no corredor dos enfermeiros, e voilá veio um deles e falou que eu estava internada agora. Sim, pois é. Fiquei 27 dias internada em um lugar horrível e passei 2 dias inteiros dormindo quando cheguei. Vi pessoas tentando se matar, tendo ataques de panico, e não tinha nada pra fazer a n ser ficar deitada o dia todo, e quando tinha era por 1 hr só. Fiz amizades com algumas pessoas lá, o que me ajudou bastante a superar a situação, e como os enfermeiros eram extremamente grossos e batiam em alguns pacientes, meio que os pacientes que se ajudavam entre si além dos psicólogos. Lá a cobra tentou convencer a psicóloga que eu era autista, ela obviamente não caiu no papo dela, e ela mais a psiquiatra me ajudaram o maximo que podiam a convencer a cobra de que eu não sou um animal de estimação e tenho direito a ter minha vida.
Quando tive alta do hospital, com muito medo e dor fui pra casa da cobra, liguei pro meu namorado que estava sem noticias há 27 dias (tinham inclusive dito pra mim que ele tinha sido preso, o que era mentira), fiz minhas malas rapidamente, entrei no uber que ele chamou e vim direto pra casa dele, onde estou morando hoje em quarentena ne por causa do vírus cuzao.
Sou a errada por depois de tudo isso querer contato 0 com a minha "família"? O que vocês fariam se estivessem na minha situação?
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2020.06.09 11:23 InezinhaDirectioner O Menino... Estranho ;-; (não tenho um bom título)

Oioii Lubisco e todos os seres vivos presentes (sem paciência pra escrever tudo sksk). Essa história é sobre um menino que supostamente "gostava" de mim e muita merda que aconteceu há 2 anos atrás e este ano. Por incrível que pareça TUDO oq vou dizer é 100% real. (bjs de Portugal sou uma grande fã 😗)
Então, há 2 anos atrás uma vez tava com a minha bff do momento num canto do recreio, daí ela precisou de ir ao WC.
De boas, eu fiquei esperando no cantinho e do nada veio um grupo de 2 meninas e 1 menino. Esse menino é dos populares por ser considerado "gato" (não tanto, mas tá). Eles começaram a ser simpáticos e tal, só q eu tava meio desconfortável pq eles tavam a falar cmg como se eu fosse uma bebézinha sem amigos. Do nada esse menino disse: "Olha, eu até namoraria com uma menina bonita como tu". Eu fiquei meio confusa e tal mas apenas ignorei. Entretanto eles foram embora e eu fui procurar a minha bff.
Alguns dias depois tava nas bancadas do colégio que ficam na frente do campo de futebol com umas amigas, e ao nosso lado tinha 3 meninas da turma desse menino (como não quero mostrar o nome dele vou apenas chamar ele de.... Macaco).
Menina 1: Ei, menina Eu: oq foi? Menina 2: Sabes o Macaco? Eu: quem? Menina 1: aquele ali (ela apontou pra ele) ele gosta de ti
Eu depois de ouvir isso fiquei meio tipo "quê" mas fingi q não ouvi nada Do nada esse menino GRITOU SE EU QUERIA NAMORAR COM ELE EM FRENTE DE TODA A GENTE LÁ (a maioria cagou mas mesmo assim)
Eu, como a boa pessoa que sou, gritei N-Ã-O e daí fugi de lá com uma das amigas.
No recreio a seguir a turma dele PENSAVA QUE EU TINHA DITO SIM e tavam todos tipo "oi namorada do Macaco" Eu sempre respondia que não namorava com ele mas elas sempre diziam algo tipo: "gostas sim" "mas ele gosta de ti" "mas ele é tão simpático"
Uma vez tava com a minha turma à espera da professora de Matemática entrar na sala e o Macaco chegou perto de mim e começou a dizer repetidamente: "Inês beija-me, Inês beija-me, Inês beija-me". Eu tentei me afastar mas ele continuava a tentar me convencer a beijar aquela boca nojenta.. Daí uma colega minha reparou na situação e gritou pra eu correr pra dentro da sala pq a stora já tava lá. Eu fui, a correr mais rápido q o Flash, e me sentei no lugar..Eu já tava me sentido salva mas não..
Prof: INÊS NÃO É ASSIM QUE SE ENTRA NUMA SALA!! SAI IMEDIATAMENTE!!!
Eu saí... E ele ainda tava lá ;-; com um sorriso creepy acenando pra mim ;-; eu fiquei batendo na porta até me chamarem e finalmente entrei.
Esse tipo de coisa foi acontecendo de vez em quando (mas não era tão estranho como essa) e chegou um dia que tava à espera de uma amiga minha pq ela tava à procura da lancheira dela e daí esse menino reparou na minha existência e abriu a boca.
Ele: ó Inês, tão todos a dizer que não gostas de mim. Explica-te!!!! Eu não aguentei e comecei a rir muito Eu: mano, eu nunca gostei de ti Ele: ISSO NÃO TEM PIADA!! Eu: tem! ainda rindo Ele: TA BEM! ACABAMOS!! Eu: ALELUIA-
Eu continuei a minha vida e o Macaco já n me chateava. (ele me pediu em namoro denovo e eu rejeitei mais uma vez)
1 ano depois.. Ele ficava constantemente a olhar pra mim (ele não é da minha turma se tiveres confuso, ele é da turma mais velha) mas ele quase nunca dizia nada
Outro ano depois (este ano) ele se tocou que "gostava" de mim denovo
Eu sempre chego muito antes das aulas começarem, tal como ele e o amigo dele. No colégio tem tipo um mini corredor que vai dar ao campo de futebol (pra educação física) e a meio desse caminho no lado esquerdo tinha uma sala onde os alunos podiam relaxar, conversar, etc.
Eu nunca tuve coragem pra entrar nessa sala pq o Macaco e o amigo dele tavam sempre lá. Um dia (detalhe importante: um dia antes do dia dos namorados) o desgraçado do menino chegou perto de mim e disse: "Olha não é preciso teres medo de mim. Podes ir pra sala". Eu apenas disse um ok e fiz um sorrisinho do tipo "saiii da minhaa vidaa~" No dia a seguir eu fui lá de boas, abri a porta e disse "bom dia". Olhei pra eles e eles ficaram mt chocados pq eu era mt tímida. Eu me sentei numa mesa longe deles e eles ficaram de boas. Eu também fiquei de boas e comecei a ver fotos do Harry Styles (cada um com os seus gostos). Esse cantor tem uma música chamada falling e tal e no refrão ele diz "im falling again, im falling again.. FAAAALING" (tradução: falling pode significar ou cair do tipo tropeçar oy tmb pode ser de se apaixonar do tipo "eu tou caindo de amores"). Eu tava vendo as fotos e tal equanto ouvia essa música e no refrão começaram a aparecer gifs dele a cair em palco. Eu não aguentei, eu comecei a rir muito
O Macaco olhou logo pra mim. Ele: Oq é q é tão engraçado? Eu: nada.. Ele: oq é q tás a ver? Eu: fotos de um cantor.. Ele: Quem? Eu: Harry Styles.. Ele: Hm.. Ok.
Uns minutinhos depois ele olhou para mim e me chamou Eu: oque foi? Ele: queres me acompanhar neste dia de S. Valentim? numa voz fofa e simpática Eu: Não Amigo: Ela namora com o amiguinho gay dela Eu: Não namoro não Amigo: Namoras sim Eu: Nós somos amigos Amigo: ta bem vou fingir que acredito.
Ficou um silêncio meio constrangedor. Mas não durou muito
Macaco: Bora jogar à bola aqui? Amigo: Bora
Eles queriam jogar ao jogo dos passes DENTRO DE UMA SALA ESTREITA (é tipo um jogo em que vão chutando a bola pro colega e ele chuta de volta)
Eles foram um pra cada ponta da sala e como óbvio o Macaco ficou perto de mim (CHATOOOO SE AFASTAA AIN) Eles começaram a jogar, de boas, e do nada o amigo dele chuta a bola um pouco alto. Eu me encolhi com medo de levar com uma bola dura de futebol na fussa e o chato abriu novamente a boca
Macaco : não é preciso teres medo, eu não sou q nem o teu amiguinho q n te defende Os dois começaram a rir e eu fiquei calada e séria e eles continuaram.
(Aconteceram outras coisas mas n é nada demais.)
Outros dias depois reparei que essa sala tava em obras. E a duplinha dos animais tavam sentados num banco à frente da sala.
Eu: Ei algum de vocês sabe oq se passa com a sala? Macaco: sim, linda Eu dei um sorriso do tipo "cala a boca" Amigo: ela namora com o outro (ele tava a falar do mesmo amigo "gay") Eu: Eu não namoro com ele, ele é meu amigo Eles ficaram em silêncio e dps o Macaco continuou Macaco: ent, aqui vai ser a sala dos professores e (bla bla bla q não ouvi). Eu: ah obrigada! Ele: denada fofa. Eu: ok tchau começo a andar pro corredor Ele: queres q eu te acompanhe? Eu: haha, não! Tou ótima!
Entretanto outro amigo deles chegou e eles começaram a falar. Do nada chegaram os 3 perto de mim e o chato tentou cantar "Story of my Life" (uma música dos one direcyion) Mas como óbvio ele não podia ser uma pessoa normal a cantar, não. Ele não sabia quase nada da letra por isso ele tava tipo "nanana my life nananana"
Eu me senti mt constragida e comecei a me afastar deles. Graças a Deus uma amiga minha já tinha chegado e eu fui atrás dela. Eles não me perseguiram (ainda bem) O dia continuou normal.
Daí, numa semana tava um clima meio estranho na escola por causa do Covid. Não sabiam se as escolas iam fechar ou não.. E daí na sexta feira decidiram.
Sim, as escolas iriam fechar oficialmente.
Quase ninguém foi à escola nesse dia e meio q não teve aula. Tivemos apenas a recolher os cadernos e materiais que precisávamos e alguns professores fizeram umas atividades simples.
Ao fim do dia tava eu e 3 amigas num canto. Esse canto é literalmente entre uma sala e a sala desse menino irritante. Uma das meninas precisava de guardar uma coisa na mochila, e ela n queria ir sozinha. Elas:..... Eu: eu posso ir Uma amiga: eu tmb Outra: não me vão deixar sozinha pois não?! Eu: Ok vamos todas
Eu já tava em pé e já tava preparada pra sair de lá. Dei uns passos e me deparei logo com esta cena: o Macaco de joelhos em cima de um skate a tentar andar nele. Eu recuei e comecei a rir e eu acho q uma das amigas tmb viu pq ela tmb tava a rir ksks. Esperámos a última amiga se levantar e fomos.
Quando começámos a passar por ele ele tava sentado no skate e essa amiga q viu começou a rir e a dar sinal pra eu olhar pra ele. Continuámos a rir um pouco e fomos esperar a amiga guardar a tal coisa. Entretanto uma auxiliar chamou essa menina pq a mãe dela já tava no portão pra levar pra casa. Ela foi e vi a minha nova bff a entrar na escola. Ela foi lá pta levar os livros que ela não levou. Eu fui com ela e mais uma amiga dela de boas levar os livros dela e passámos pelo Macaco Detalhe: essa amiga dela me shipa muito com ele ;-; Ela: OLHA O AMOR DA TUA VIDA ALI A OLHAR PRA TI E eu, como a lerda q sou, olhei LOGO pra ELE. (alguém me mata)
Uns minutos depois voltei pras duas amigas q tava a falar antes e fomos pra uma mesa em frente da sala dele.
Ele: Inês Eu: sim? Ele: tens bateria infinita nesse telemóvel (celular)? Eu: quê? Ele: ficaste o dia todo com ele e ele ainda tem bateria Eu: ok?.. Ele: quanto é q tens? Eu: 60% Ele: mds
Eu continuei o meu caminho e ele perguntou outra coisa mas eu ignorei. Fui pra mesa com as 2 migas e começámos a ver uns vídeos. Do nada o ar olhou pra mim e disse: vou me tornar em vento Começou a ficar mt vento e o meu cabelo tava a voar pra minha cara ;-; eu tava a tentar afastar e fiquri tipo : PORRA SAI DA MINHA CARA, CABELO!! Daí olhei pro lado e ele tava a olhar pra mim ;-; o pior é q ele não desviou o olhar. Ele continuou a olhar pra mim como se fosse animal do zoo. Eu fingi q n aconteceu nada e continuei a ver o vídeo com as meninas.
Bom Aconteceram muitas outras coisas, mas tou sem paciência pra contar todas. Resumozinho: Até q nos damos bem, ele me diz bom dia, eu digo bom dia de volta.. Mas é aquele tipo de amigos q só se falam numa hora determinada do dia, porém não tão próximos. Ele já me tentou pedir o whats e o insta mas eu não dei pq eu não tenho (ok agr tenho insta mas fds). E por causa da quarentena não nos podemos falar. Eu já entrei na videochamada da turma dele sem querer e foi isso ;-;
Obrigada por gastar o seu tempo a ler esta história bizarra e longa que eu gostava que fosse fake ;-;, bjs tenha um bom dia.
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2020.06.07 03:08 BethNina 3 Triângulos Amorosos

Oi, gente linda do canal! (Ah, não, pera)
Galera, essa história é bem longa e começou há uns 2 anos (é. Não acabou ainda, mas nós vamos chegar lá).
Então, era um momento lindo da vida em que nós ainda podíamos sair de casa. Eu estava solteira há bastante tempo e meu hobby era usar o Tinder para conversar com as pessoas e, quem sabe, encontrar alguém legal pra amarrar meu jegue.
Match vai, match vem, acabei conhecendo não só uma, como DUAS mulheres que eu achei maravilhosas. Além de lindas e o papo era beeem massa. Vamos chamar uma de Carls e a outra de Larls.
Como a solteirisse é terra de ninguém, acabei saindo com as duas.
O detalhe: a Carls é CASADA com um HOMEM 15 anos mais velho. E a Larls estava envolvida também com um HOMEM (casado e também muitos anos mais velho, diga-se de passagem tb).
A Carls tentava me convencer de sair com ela e o marido. Só que eu não estava nessa onda, e falei que se ela quisesse sair comigo, ok. Senão, seriamos só amigas mesmo.
Enquanto isso, eu saía com a Larls e a gente se divertia bastante. E eu fui bem clara com as duas que eu não era exclusiva. Cada uma sabia da outra. E tava tudo ok.
A Larls cozinhava para mim, ia comigo ao cinema, e era realmente bacana. Só que as duas ficavam com muito ciúmes uma da outra (não julgo, pq eu também tinha ciúmes das duas com os caras). Inclusive, ela tinha ido até o hospital me levar comida quando eu tive uma crise de enxaqueca. Ela acabou conhecendo meu pai, minha mãe e meu irmão naquele dia.
Já a Carls me levava para almoçar e talz, só que sempre às escondidas, super rápido, coisa de no máximo de 1h a gente se vendo. Ela ficava sempre bastante nervosa perto de mim, sempre olhando para os lados e analisando ao redor. Foi aí que eu descobri que o marido dela foi diagnosticado clinicamente como PSICOPATA. E, adivinhem: ela tem porte de arma. E ela tem uma arma em casa!
Passou 1 mês e a Larls me mandou mensagem dizendo que, para ela, já não dava mais. Só que eu fiquei desesperada, porque eu realmente gostava dela. Acabei tomando minha decisão: fui até a casa dela e a pedi em namoro.
Aí no meio daquela emoção de começar um namoro, minha irmã me liga pedindo para buscá-la no Outback. Ela tinha começado o namoro com uma menina no mesmo dia.
Chamei ela pra ir comigo. Enfim... Minha mãe era meio homofóbica naquela época, então quando chegamos na minha casa, foi uma situação meio tensa.
Passadas 2 semanas, a Larls ainda estava muito ciumenta da Carls (a gente ainda conversava, mas eu realmente não estava ficando com ela). Até que eu não aguentei mais e terminei o namoro.
A Carls falou que ia largar do marido e acabamos "namorando" por um mês (mas foi tudo virtual, pq ela estava em outro estado com o marido e a enteada).
Quando ela voltou, as coisas estavam estranhas entre a gente. Resultado: ELA VOLTOU COM O MARIDO!
Foi uma baixaria só... Ela começou a me mandar mensagens no Instagram. Bloqueei. Facebook, bloqueei. WhatsApp, bloqueei. BLOQUEEI EM TUDO QUE EU LEMBRAVA.
Até que um belíssimo dia ela me manda um e-mail me pedindo dicas de trabalho (eu trabalho com marketing digital) porque ela tinha arrumado um emprego como assistente jurídica em uma empresa com foco em atendimento digital.
Respondi e depois mais nada.
VEY, A GURIA COMEÇOU A FAZER SPAM NO MEU E-MAIL COM MENSAGENS. Eu respondi ela desabafando toda a minha revolta que estava entalada.
Eu tive que bloquear ela do meu FUCKING E-MAIL.
Passaram vários meses e, depois de ter me restabelecido emocionalmente, acabei procurando a Larls para pedir desculpas porque eu tinha sido babaca com ela (eu sei que eu não deveria te continuado a conversar com a Calrs depois que começamos a namorar).
Acabamos voltando a conversar e as coisas foram fluindo bem mais naturalmente. Até que um dia convidei ela para ir comigo no casamento de um amigo e, como meus pais e meus irmãos estavam viajando, a minha AVÓ me ligou pedindo para eu levar minha amiga para dormir lá em casa e eu não ficar sozinha.
Bom... Acabamos ficando.
E uma semana depois estávamos namorando. Isso foi em novembro de 2018. Quando foi no carnaval de 2020 fomos morar juntas.
Acabamos de completar 1,5 de namoro. A Larls esteve comigo quando perdi meu avô em abril e meu pai em julho. Hoje ela conversa mais com a minha mãe e a minha avó do que eu kkkkkk
É isso, turma.
Estou anexando alguns prints dos e-mails com a Carls pra vocês verem que não é fake:
https://imgur.com/a/QUoIxIF
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2020.06.06 16:35 panda_Amandaa O GALO NA TESTA DA CRIANÇA ALHEIA

turma-feira

Olá lubisco, papeloes, fodrigo raro, gatos e Turma que está a ver. Sou nova aqui e espero muito que você leia a minha história
Minha história aconteceu quando eu tinha 11 Anos e estava na 4° serie. Estudava em uma escola do meu bairro e era meu último ano lá até eu mudar para a outra escola onde tinha as próximas séries.... Bom eu estudava au lado de uma sala de 1° ano onde tinha uma proff que gostava muito de mim e de uma Amiga que eu tinha ( eramos super amigas) essa professora as vezes precisava de sair da sala para resolver algumas coisas na sala dos professores ou na coordenação então pedia para que eu essa amiga minha ficássemos olhando as crianças para que a sala nao virasse uma zona, então toda vez ela chamava gente para ajudar e quando tinha Festinha das criança com comida etc ela também chamava a gente já que sempre ajudavamos ela. Foi então num belo dia em que eu essa amiga minha estavamos olhando as crianças, (era o último horario) que inventamos de brincar com as crianças, inventamos de pegar elas pelos braços e virar cambalhota Exemplo: aquela brincadeira q pega as mãos do outro por de baixo das pernas dele e puxa para vira a cambalhota no ar. Então eu e minha amiga fomos brincar, eu fui segurei na mão da menininha e puxei, quando puxei ela virou e bateu cabeça no chão e ficou com um galo enorme na cabeça... Então eu e essa amiga minha ficamos conversando com a menina e tentando convencer menininha a n dizer q tínhamos feito aquilo (no caso eu tinha feito) e dizer para a menina falar para a proff e para a mãe dela que ela tinha ido correr e brincar com as outras crianças e tinha caído e se machucado sozinha .... fiquei morrendo de medo. No outro dia menina chegou e nada aconteceu, ela mentiu para a mãe e a proff nninguém desconfiou de nada.... fui salva pela garotinha.
Bjss amo seus vídeos e espero mt aparecer em um deles <3
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2020.06.06 04:03 yinzinha O ex namorado que eu nunca tive

Oi turma, lubixco, editores, possivel convidado, gatas do luba e nao sei mais quem kkkk
[ALERTA: SOTAQUE GAÚCHO]
Eu infelizmente não tenho mais nenhum print porque apaguei tudo e bloqueei o cara... mas vamos lá que a história é longa...

Ano passado eu comecei a conversar com um garoto (vamos chamar ele de... Leo, sei lá, não sou boa para nomes fictícios), eu conheci ele porque sou cosplayer e o irmão dele ia nos eventos. Fazíamos parte do mesmo círculo de amigos de um joguinho (o famoso LoL) e por isso passamos a jogar juntos e conversar.
Marcamos de sair, mas eu vivia muito atarefada porque tava estudando para a pós e trabalhando feito louca para pagar a minha viagem para SP em maio (basicamente eu "me dei" esse presente de aniversário... aliás, faço aniversário no mesmo dia que tu, lubixco), ou seja... eu disse que sairia com ele quando eu tivesse com tempo para isso e com dinheiro. Ele disse que qualquer coisa servia, e começou a ir no meu trabalho na hora que eu saía e me acompanhar até em casa. Ele foi umas duas vezes só lá. Perto da minha viagem pra SP ele acabou me beijando e eu nao me senti nada confortável com aquilo.
Depois que eu cheguei da viagem, por duas semanas tive dificuldade de falar com ele pessoalmente (e digitalmente também, porque o pessoal do lugar onde eu trabalhava me enfiou todo o trabalho possível por cima como se fosse um CRIME a pessoa viajar num final de semana), e na unica vez que eu vi ele pessoalmente eu estava com uma amiga que foi trabalhar comigo e tinha avisado ele para nao ir lá pq eu iria para a casa dela, mas que eu precisava conversar com ele depois (nao ia dar o fora nele com a menina ali né). Vamos chamar essa amiga de Lia.
Um ou dois dias depois eu disse pra ele que nao queria nada, que me senti muito culpada pelo que aconteceu e que eu nao queria nada com ele além de amizade. Continuamos jogando junto e conversando, tudo terminou numa boa.
Era o que eu achava...
Convidei ele para um evento que acontece aqui na minha cidade (Tipo uma Oktoberfest, Festa da uva, essas coisas) porque eu iria me apresentar lá (eu sou professora de dança). E ele acabou indo com uma garota que não se dá bem comigo, e ele sabia disso. Eu conversei com ele e disse que não acreditava que ele tinha feito isso e acabamos discutindo.
Ele não tava totalmente errado, porque podia ir acompanhado de qualquer pessoa. Só que levar uma pessoa num evento que dura semanas no único dia que tu sabe que pode dar treta é meio estranho né?
Enfim, ele me bloqueou nas redes sociais e eu segui a vida.
Depois de um tempo ele me desbloqueou e veio pedir desculpas sobre o que ele fez, que não imaginou que ainda estaríamos brigadas(aham, claro) e que queria continuar meu amigo. Queria me ver pessoalmente para pedir desculpas.
Eu caí na asneira de dizer que sim, até porque odeio ficar tretada com alguém. Me convenci de que aceitaria as desculpas mas que não voltaria a jogar junto nem a conversar como antes.
Nos encontramos depois do meu trabalho, e eu me mantive no maximo de distância possível dele, justamente para que ele não me tocasse, ou tentasse qualquer coisa (depois de tudo que ele me disse, eu tinha medo). Ainda assim ele me forçou um abraço, eu não empurrei ele porque estávamos na frente da porta do trabalho e eu não queria ter que me incomodar com mais isso por causa da diretora maluca.
Passado um tempo, ele me mandou uma mensagem no instagram perguntando se eu queria receber um nude.
Eu disse que não queria
Ele insistiu
Eu disse que não
Ele insistiu, mandando uma foto só de cueca deitado na cama, piscando e fazendo biquinho com a legenda "olha o que você tá perdendo".
Eu apaguei a conversa imediatamente, mas até antes da foto eu tinha printado a insistência.
Em paralelo eu tava conversando com o meu amigo (vamos chamar ele de Carls), e falei que tava sendo incomodada pelo cara e mandei a descrição da foto junto com os prints. Como meu amigo já conhecia a história toda e não tava mais com muita paciência para o cara, ele disse que ia conversar com esse cara. Eu pedi pra ele não chamar o cara porque eu ja tinha dado um vácuo eterno e não queria mais papo com ele, e que se voltasse a acontecer eu ia bloquear.
Pouco tempo depois o Carls me manda gravações da tela dele com os audios que o Leo mandou, dizendo que tava indignado que eu não fui capaz de conversar com ele e dizer que eu não queria os nudes como uma pessoa crescida, e apelei para que o Carls fosse intimidar ele, mas que ele não se sentia intimidado com homens da internet.
Pouquissimo tempo depois ele me chama no instagram com um audio horrendo, me chamando de TUDO e dizendo que eu era extremamente infantil por estar printando as imagens dele e mandando para todo mundo para difamar a imagem dele, que conhecia muito bem o meu tipinho e que eu não ia conseguir nada com isso, a única coisa que eu tinha conseguido era o desgosto dele porque ele acreditava que eu era uma pessoa diferente e que jamais tentaria prejudicar alguém para sair por cima, isso tava fazendo os caras virem falar coisas horríveis dele, mas que ele sabia que não era o culpado da situação.
Eu não respondi, só tomei a iniciativa de bloquear ele em todas as redes que ele me desbloqueou. Minha consciência é limpíssima de que eu nao mandei imagem NENHUMA dele para ninguém, só os prints da CONVERSA e para UMA ÚNICA PESSOA, porque eu precisava conversar com alguém sobre aquilo para receber um conselho. Eu confio no Carls.
Porém, uma atual ficante dele acabou falando para a Lia que ele disse que era meu ex namorado, e que as coisas entre nós não deram certo mais porque eu era uma louca que perseguia ele e difamava ele dizendo que ele me abusou e mandando fotos dele distorcendo toda a história.
Ou seja, nós NUNCA namoramos, mas eu sou a ex paranóica dele kkkkk

Pensei em colocar essa história como "Julgamento", mas eventualmente vou mandar uma história de julgamento aqui. Beijos turma e lubixco maior ou igual a 30
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2020.03.09 01:42 CasaGolden Hodor Cavalo – Episódio 53 – Jon VII, A Guerra dos Tronos

Olhos azuis

Jon Snow e seus novos irmãos, acompanhados do Senhor Comandante Jeor Mormont, encontraram corpos de dois dos seis homens que acompanharam Benjen Stark em sua última patrulha: Othor e Jafer Flowers.
Samwell Tarly observa que os corpos não sofreram decomposição. Além do mais, os cadáveres estavam com os olhos azuis, o que não condizia com os olhos dos homens em vida. Os patrulheiros queriam queimar os cadáveres, mas o Velho Urso queria que o Meistre Aemon examinasse eles antes.

Asas escuras, palavras escuras

De volta à Muralha, Jon recebe olhares estranhos dos juramentados e palavras de apoio de seus amigos e sente que alguma coisa estava errada. Ele descobre que o rei estava morto, mas isso não deixa Jon menos desconfortável, ele sente que algo pode ter acontecido com seu pai, que era um grande amigo do rei.
O bastardo é chamado à presença do Velho Urso que confirma a morte do rei e outra coisa bem pior: Ned Stark estava sendo acusado de alta traição por conspirar com os irmãos do rei morto para usurpar o trono de Joffrey Baratheon.
Jon fica horrorizado com a notícia e se nega a acreditar na acusação dirigida ao seu pai.
Na hora do jantar, Jon é provocado e acaba perdendo as estribeiras.

“E então ouviu a gargalhada, afiada e cruel como um chicote, e a voz de Sor Alliser Thorne. - Não basta ser bastardo, é bastardo de um traidor - dizia aos homens que o rodeavam.
Num piscar de olhos Jon tinha saltado para cima da mesa, de punhal na mão.”
(JON VII, AGOT)

Que arda!

Por castigo, Jon foi mandado para uma cela onde ficaria lá até resolverem o que iam fazer com ele. No meio da noite, Jon acorda e vê o guarda de cela morto e, guiado por Fantasma, decidi averiguar o que estava acontecendo.
Jon vê "uma sombra nas sombras" andando em direção do quarto do Senhor Comandante e quando vai lutar contra a "coisa" percebe que era um dos corpos que haviam encontrado na floresta no dia anterior: o corpo de Othor. Jon corta o morto-vivo várias vezes, mas este não morre. Por fim, com a dica do corvo do Velho Urso, Jon incendeia as cortinas e atira no cadáver.

Momentos mais legais

É muito interessante ver o Sam se provando como alguém que pode ser de muito valor para a Patrulha.
Neste capítulo vemos como Jon desfaz um pouco a imagem imaculada que ele pintou de Eddard Stark. Mesmo não acreditando nas acusações, surgiu um ponto de dúvida.
- Não - disse Jon de imediato. - Não pode ser. Meu pai nunca trairia o rei.
- Seja como for - disse Mormont -, não cabe a mim decidir. Nem a você.
Mas é uma mentira - Jon insistiu. Como podiam pensar que seu pai era um traidor, teriam todos enlouquecido? Lorde Eddard Stark nunca se desonraria... não é?
Gerou um bastardo, sussurrou uma pequena voz em seu interior. Onde está a honra nisso? E a sua mãe, o que lhe aconteceu? Ele nem sequer pronuncia seu nome”
JON VII, AGOT
Flávia Gasi comentou esse trecho:
"Eu amo essa parte porque a gente começa a humanizar o Ned, aquela pessoa que é um grande comandante e etc. Ele não é honrado 100% e ninguém deve ser. Ao mesmo tempo isso mostra um amadurecimento do Jon que começa a ter emoções complexas"
Mikannn:
"É isso, você pode admirar o seu pai sem colocar ele em um pedestal e é isso que o Jon está fazendo agora. Mas ao mesmo tempo vemos aqui um pouco de autodepreciação, porque querendo ou não, ele é a falha do Ned"
Quando Mormont diz a Jon que tentaria convencer a coroa que a Muralha precisava de um homem como Eddard Stark, Jon acha uma injustiça tirar Winterfell do pai, mas se isso custasse sua vida, no final das contas seria legar ter o pai ali com ele. Ele também se demonstra muito preocupado com as irmãs Sansa e Arya por estarem no sul, sozinhas e sem suas lobas.

Um corvo dentro de um corvo

O corvo do Velho Urso parece saber exatamente a maneira de matar o morto-vivo. Há teorias de que o Corvo de Três olhos é quem vive wargando aquele corvo para saber o que acontece na Muralha.
“A chama tremeluziu e quase se extinguiu. "Arde!", grasnou o corvo. "Arde, arde, arde!"
(...)
“Jon mergulhou a mão nas chamas, agarrou a cortina ardente e a atirou sobre o morto. Que arda, rezou, enquanto o pano envolvia o cadáver, deuses, por favor, por favor, que arda.”

“Aquilo que amamos nos destrói sempre, rapaz.”

Mesmo tendo limitações sociais como bastardo, Jon abriu mão de outras possibilidades de vida que teria se não fizesse o juramento. Prometeu que não teria outra família além dos companheiros da Muralha. Entretanto, percebemos que Jon ama os irmãos imensamente e bem sabemos que esse amor nunca vai se dissolver. Em Dança dos Dragões, é o amor que faz Jon querer sair da Muralha para salvar sua irmã Arya.

A questão da magia da Muralha

Foi discutido no podcast o fato do corpo ter se reanimado dentro da Muralha. As meninas comentaram se pode ter sido um erro do George R.R. Martin que, por se tratar do primeiro livro, ele talvez não havia elaborado de modo mais complexo a parte dos Outros.

Dúvidas

Se a Muralha serve para barrar a magia oriunda dos Outros, por que a magia da reanimação funcionou?
Os corpos já estavam com a magia incubada porém não ativada?
Os Outros fizeram um teste com isso?
Será que o corpo reanimou porque eram homens da Patrulha E/OU porque foram levados por homens da Patrulha até a Muralha e com isso houve uma espécie de “convite/permissão”?
Comentário respondido sobre o capítulo Eddard XIV
Um ouvinte comentou que achou revelador demais o fato do Mindinho ter se revelado um traidor pro Ned Stark. Se ele quisesse ser um grande jogador, tinha que manter as aparências.
As meninas responderam que o Mindinho sempre esteve atrás de vingança e que, a partir daquele momento, já via Ned Stark como um homem morto. Ao ver Eddard se ferrando, Mindinho não tinha mais motivos para fingir, ele estava conseguindo o que queria.
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2019.12.17 01:32 lilvalgreen Síndrome do Pânico

Todos sabemos que só existe uma coisa inevitável, a morte. Como você se sentiria pensando nisso 90% do seu tempo?
Essa é a minha realidade, e possivelmente a de muitas outras pessoas. Desde pequeno eu era muito ansioso, isso me atrapalhava mas nada grave, as coisas ficaram realmente ruins no meu primeiro emprego/estágio da vida. Eu havia me tornado Analista de Sistemas em uma empresa nacional muito valorizada, na época considerada a melhor empresa para se trabalhar no meu estado via indicativos de satisfação dos colaboradores registrados pela GPTW (Great Place To Work, ou em português, Grande Lugar Para se Trabalhar).
Sou diabético desde os 3 anos por uma disfunção, isso me faz parar no hospital diversas vezes durante minha infância, meu irmão mais velho também é, então creio que não sofri como ele por ter sido o primeiro. Ao começar no trabalho eu comecei a me sentir um pouco estranho, sofria de pressão baixa e não sabia (provavelmente por causa da diabetes descontrolada), trabalhava em meio ao ar condicionado (na direção dele) e a saída do trabalho era em uma praça muito quente. Eu também trabalhava no 19º andar e creio que toda essa mudança térmica e de altitude culminava em impactos diretos na minha pressão arterial.
Comecei a desenvolver uma certa alergia ao ar condicionado, sentia dores no peito, constantemente meu nariz entupia, sentia um gosto estranho na boca, sentia tontura por causa da pressão baixa, sonolência pois não dormia direito, estagiava pela manhã e de noite ia para faculdade (do outro lado da cidade). Sentindo falta de tempo para ir ao médico, comecei a consultar o "Dr. Google" onde quase todas as pesquisas de sintomas te revelava as piores doenças possíveis (câncer e por aí vai).
Me tornei hipocondríaco, creio que depois disso comecei a sentir coisas que eu nem estava de fato sentindo, era psicológico e cada vez mais eu me convencia que estava morrendo. Ao me abrir com os meus pais eu desabei, disse que pediria demissão, largaria a faculdade e que ia cuidar de mim mesmo. Após muitas conversas e indo contra a vontade de meu pai eu larguei "o estágio dos sonhos", porém continuei na faculdade (eu era bolsista do PROUNI).
Apesar de ir ao médico eu não fazia qualquer tipo de terapia ou visitava o psiquiatra, apenas fiz uma bateria enorme de exames (inclusive neurológicos), até me convencer que eu não estava doente. Porém não fazer terapia tinha sido um erro, pois eu tinha alguns ataques de ansiedade isolado, mas na época ainda não sabia dizer do que se tratava.
2 a 3 meses após deixar o estágio, durante a uma conversa normal com os meus colegas de faculdade eu tive uma crise de estresse misturada com ansiedade que elevou minha pressão do normal dela 10/6 para 19/12. Nesse dia eu quase desmaiei e foi terrível, graças aos meus amigos a Bombeira que trabalha na faculdade me salvou entrando em contato com meus pais e me encaminhando para o Pronto Socorro da Unimed, onde após vários exames cardiológicos fui diagnosticado com um caso de estresse excessivo.
Depois disso minha vida nunca foi a mesma, desenvolvi síndrome do pânico e fui posteriormente diagnosticado com TAG, distúrbio de ansiedade generalizada. Não consegui fazer mais estágios e formei apenas com o tempo de experiência do que fiz (menos de 6 meses).
Depois de formado eu fiquei cerca de 8 meses completamente estagnado, as únicas coisas que eu fazia era tomar meus remédios, jogar e dormir, este ciclo se repetia toda semana. Um belo dia resolvi não tomar mais os remédios e fui diminuindo aos poucos, um mês após largar os remédios tive dengue e naquela semana minhas plaquetas diminuíram de forma considerável, ao cogitar que eu poderia morrer minha vida veio à tona novamente o que resultou em uma grande crise de ansiedade, no final de julho deste ano.
Me senti como na época da síndrome do pânico, talvez um pouco menos pior por ter sido a segunda vez, chorava vários dias me perguntando por quê eu era daquela forma e por quê eu tinha que passar por tudo aquilo. Levei cerca de dois meses e meio para me recuperar parcialmente, a ponto de exercer minhas atividades sem limitações.
Em outubro, um amigo de longa data de meu pai me arranjou um emprego na empresa de Tecnologia dele, para mim eu estava me superando em todos os quesitos, havia mudado meu pensamento e saído do ócio, estava estudando programação feito um louco! Porém ele tinha o perfil de um empresário e não de Recursos Humanos, o problema disso é que ele mesmo fez a entrevista comigo em vez do RH, explicando de forma muito falha a minha função na empresa. Ao chegar para trabalhar me deparei com um serviço aparentemente pesado que envolvia plantões, horários aleatórios para trabalhar e viagens para cidades do interior a serviço de clientes, isso fez com que minha ansiedade saísse completamente do eixo e eu pedi demissão no terceiro dia de trabalho.
Não me arrependo de ter saído, o estresse foi tanto durante esses três dias que tive que suspender a diminuição dos remédios que meu psiquiatra havia recomendado. Me doeu muito o fato de ter pedido conta, me fez lembrar de quando eu pedi conta do meu estágio e o quão decepcionante aquilo foi para mim na época.
Algumas semanas se passaram e conheci uma garota que me seguia a anos no Instagram, ela era de uma igreja próxima ao meu bairro e eu fiquei maravilhado com ela, não só pela beleza mas por tantos projetos sociais que ela participava e a forma que ela se empenhava em estudar. Fui pegando intimidade com ela e quando percebi já conhecia todas as pessoas da casa dela e mais algumas de fora como o cunhado dela, algumas tias e amigos.
Perante a essa paixão minha ansiedade não se conteve novamente e eu acabei dizendo a ela bem precoce que gostava dela, ela parecia ter um certo interesse em mim, mas daqueles de ter uma noite divertida e parar naquilo. O resultado foi um fora que me desestruturou um pouco, eu segui firme participando da igreja e indo com ela em lugares que ambos frequentávamos, como por exemplo o clube. Certo dia falei novamente com ela que gostava dela e ela me revelou que estava disposta a me dar uma chance.
O resumo dessa história foram dois dias que saímos juntos, uma vez para o cinema e outra vez em uma parte histórica da cidade, foi lindo ambas as vezes, minha memória recorda e chega a doer. Parecia tudo ótimo, mas não era bem assim, eu me esforçava para ter a atenção dela, estava sempre fazendo coisas incríveis como bolando presentes feitos a mão, desenhos, textos, poesias, tenho um livro em produção e criei um personagem para ela, a ajudei a fazer trabalhos dela relacionados a tecnologia. Para piorar eu estava criando vinculo com o pessoal da igreja e eu estava sofrendo com ela, pois percebia que as pessoas que criei vinculo, inclusive da família dela me davam mais atenção do que ela própria.
Um dia, após sair com as amigas e me deixar no vácuo, houve uma confraternização na igreja, onde ela mal conversou comigo, ao final chamei ela para fazer algo e ela argumentou que estava cansada. Já estava chateado com a situação e acabei deixando os grupos da igreja, ela me procurou para saber o que se passava e se desculpar pela falta de atenção. Achei ser uma boa oportunidade para expor como eu estava me sentindo com tudo e tentar ver se podíamos melhorar, como ainda não namorávamos eu fui total simples nas palavras e sutil, falei nada que pudesse soar como um compromentimento ou autoridade sobre ela.
Ela levou mais de 14 horas para me responder, e bem, a resposta foi um fora. Eu não estava surpreso com a resposta, porém fiquei arrasado, isso aconteceu ontem no Domingo (15/12/2019), fiquei sem rumo pois sou muito sentimental e não vejo como continuar frequentando a igreja sem alimentar um desejo ou mágoa por ela, fazendo com que aquele alicerce de pessoas que eu estava criando naquele lugar desmoronasse.
Para piorar sou frustrado profissionalmente, por não ter muita experiência em estágios não consegui atuar na minha área, meu pai é uma pessoa que possui certo dinheiro, porém tenho 24 anos e não acho que seja obrigação dele financiar uma faculdade para mim (até por isso estudei para conseguir bolsa na primeira), meu plano seria juntar dinheiro e começar outra faculdade para poder estagiar e adquirir experiência na minha área (não necessáriamente formar no curso, queria experiência do estágio e assim que me tornar um profissional Jr. trancar o curso e partir para uma pós graduação).
Para isso me sujeitei a trabalhar de faz-tudo numa fábrica de camisas, sendo que o final e início de ano são as épocas de maior fluxo de venda da empresa. Estou trabalhando de auxiliar administrativo, estoquista, vendedor, vendedor de e-commerce e as vezes até´mexo com algo de programação. Me sinto infeliz neste lugar, o salário não é bom, as condições de trabalho não são boas e o único benefício é o vale transporte em dinheiro. Sinto grande ansiedade no trabalho, o tempo parece arrastar, o trabalho parecer ser árduo e a fábrica fica em um lugar de classe baixa da cidade, o que me dá uma sensação de insegurança.
Não consigo me desligar no trabalho em casa, nem nos finais de semana, pensamentos da síndrome do pânico me atormentam, penso que um dia meus pais vão morrer, que eu irei morrer e isso fica me martelando de uma forma ruim. Penso na menina, nos poucos momentos bons que tivemos e no que me sujeitei a fazer por ela, penso nos meus amigos da igreja (para piorar a dona da empresa é da igreja e fica tocando músicas da igreja no meu trabalho o que me faz lembrar dela, as pessoas também ficam me dizendo que me viram na igreja ou em fotos da mesma em redes sociais).
Fico me perguntando se o meu problema é trabalhar, se eu não levo jeito para isso e obviamente fico péssimo pensando nisso porque trabalhar é o mínimo da dignidade, todo mundo quer trabalhar para ter seu dinheiro de forma digna (exclui-se meliantes desse comentário). E tudo isso citado me atinge enquanto estou trabalhando.
Meu sonho é ter paz mental, conseguir parar de tomar meus remédios, me tornar um bom profissional sem que o emprego pareceça uma grande tortura (inclusive estudei muito até entrar nesse trabalho para ficar fera no básico de programação front-end), e viver, sem me preocupar tanto em quando e como vou morrer, já que isso é algo natural e sem escapatória, ser independente para me sentir seguro comigo mesmo.
Este é um grande texto, iniciado as 10:00 mas terminado agora, pois me pegaram escrevendo ele no emprego e fui chamado àtenção. Senti a necessidade de colocar minha vida para fora, de alguma forma tenho a necessidade de me expor para as pessoas, não sei de onde desenvolvi isso e acho prejudicial... Mas aqui posso fazer de forma anônima.
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2019.09.10 04:52 Dreckv Sobre os pais irresponsáveis

Quem ainda estuda vai entender o que eu estou falando, do tanto de menina de 10-13 anos que saem com caras acima de 18 anos. Eu estava olhando para cenas como essas, de meninas de 11 anos se pegando com caras de 20 anos na saída da escola, e comecei a pensar nos pais dessas crianças.
Quando uma criança sofre abuso sexual, aparece os pais dela na televisão, indignados, chorando litros, gritando a condenação do abusador, mas o engraçado é que nesse mesmo dia que ocorreu o abuso, a mãe deixou a filha sair para o baile funk usar drogas. Não estou dizendo que o pedófilo não tem culpa, claro que ele tem, aliás, ele é o maior responsável de tudo isso, afinal, se não existisse pedófilos não existiria pedofilia. Mas eu estou querendo dizer é que na maioria dos casos a família também tem culpa, a irresponsabilidade da família também causa isso.
Quem mora em comunidade vê muito isso, vê crianças e jovens de 11-16 anos saindo para baile funk com um short extremamente curto e com um copão de alguma bebida na mão, isso quando não está com um lança perfume ou com outro tipo de droga. O pior é que quando uma garota menor de idade aparece com um cara muito mais velho em casa, a família aceita. Eu tenho duas primas de 16 anos que namoram com caras mais velhos, um namora com um homem de 22 anos e outra namora com um pseudo-médico de 28; sem contar a minha ex-namorada, que quando tinha 12 anos namorou sério com um cara de 30, sim, quando eu digo sério eu digo com consentimento familiar, inclusive eles dormiam na mesma cama.
Você pode ver que hoje a pedofilia está aumentando muito por causa da internet, tem até testes sociais no YouTube que mostram como um pedófilo consegue facilmente convencer uma criança pelas redes sociais. Quando você vê um caso de pedofilia, normalmente é um vídeo que está circulando pela internet, um vídeo ínfimo que a criança mandou para outra pessoa. Então eu me pergunto, cadê os pais dessas crianças? Os pais simplesmente dão um celular na mão das crianças, e deixam elas fazerem o que bem entenderem no celular e nas redes sociais, não impondo limites, e nem se importando com quem a garota (ou garoto) conversa ou deixa de conversar.
Eu não vou ser hipócrita e dizer que isso só acontece agora, sempre aconteceu, só que antes havia limites e regras, hoje não. Antigamente, existia de uma pessoa da maior idade ter relações com um(a) menor de idade, o que eu acho completamente errado, só que pelo menos havia delimitações, o pai tinha que permitir, e para o pai permitir, o(a) pretendente tinha que casar, dar uma casa, trabalhar, mostrar que vai cuidar bem da pessoa e etc. Hoje não, hoje uma garota de 13 anos aparece com um velho tarado diferente por mês em casa, e a mãe acolhe o velho como se fosse alguém da família, e se a garota aparecer grávida a mãe até propõe casamento.
Essa irresponsabilidade dos pais me preocupa, eu acho que um dos principais passos para acabar com a pedofilia é mudando a educação das crianças, mudando essa educação que os pais dão, tirando essa liberdade que as crianças tem. Até meus 16 anos eu não podia nem sair na esquina, hoje crianças de 11 anos saem para baile funk e tomam anticoncepcionais dados pela própria mãe, isso é de fato preocupante.
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2019.01.18 17:07 RonaldNeves Perspectivas na vida pós termino de relacionamento

Olá, meus amigos. Tudo bem? Resolvi fazer esse post aqui porque eu queria a opinião mais imparcial possível, além de que o "anonimato" que eu tenho aqui me deixa um pouco mais confortável.
Recentemente terminei definitivamente um relacionamento de 6 anos, depois de outros muitos términos antes. O motivo do término foi o mais estúpido possível. Eu achava ela um pouco ciumenta e possessiva (mas quem não é, né?). Pensei que o melhor fosse a gente terminar, pois eu amava de mais ela, mas essa situação me incomodava. Terminamos na primeira semana de novembro. Eu sou uma pessoa extremamente metódica (também conhecido como chato) e eu considerei diversas outras opções que não envolvesse término, mas acreditei que esse seria o 'easy way out'.
Continuamos amigos. Todos os meus amigos e colegas me falaram que isso seria uma má ideia e eu nunca consegui entender o porque. Continuamos conversando todos os dias, ajudei ela nas crises quando a saudade batia e conseguimos com que ela se tornasse mais forte e mais confiante. O motivo dos ciúmes, em sua grande maioria, era por conta de insegurança da parte dela, que muitas vezes não se sentia boa o suficiente pra mim, mesmo comigo reforçando de todas as formas possíveis que eu estaria com ela independente de qualquer coisa.
Como forma de simbolizar o passo novo que ela estaria dando, ela decidiu usar o Tinder, para conhecer pessoas novas, já que o círculo de amizade dela acabou se tornando o mesmo que o meu, dado o tempo de relacionamento e ao fato dela ser muito tímida. E eu encorajei ela mais uma vez.
Ela sempre foi muito curiosa e assim como qualquer pessoa normal, detesta o homem padrão heterossexual e os considera nojentos, por isso, optou por só colocar para conhecer meninas no tal do aplicativo. E nisso ela acabou conhecendo algumas pessoas, saindo com outras e sempre me contando tudo e eu super animado por ela estar evoluindo e crescendo como pessoa - e sem mim, o que torna uma conquista pessoal dela muito mais importante.
Porém, mesmo tendo terminado, durante esse período de novembro - essa semana, nós saíamos muito juntos, além de conversarmos diariamente, obviamente sem o mesmo teor de conversa que tínhamos ontem e sem as 'fofuras'. Semana retrasada, ela disse que resolveu dar uma chance aos 'macho' do Tinder. Nisso, sábado, enquanto estávamos numa festa de um amigo em comum nosso, ela deu match no Tinder com um cara e disse que achou ele fofo. Conversa vai conversa vem e na segunda-feira ela me contou que ele estava aqui de passagem e que já iria voltar pra cidade dele na quarta-feira, mas que queria sair com ela na terça. Eu, como o ex-namorado suportivo que sou, falei "vai, menina". Ela disse que tinha receio de ir, porque o único homem com quem ela tinha se relacionado havia sido eu (namoramos desde a adolescência e fomos o primeiro namorado um do outro) e que não sabia se ia achar legal. Eu consegui convencer ela a ir.
No grande dia, alguns minutos antes de sair, ela pensou em desistir novamente. Eu falei de novo pra ela ir. Antes de sair, ela compartilhou a localização comigo pelo Telegram, botou pra durar 8 horas e disse: "olha, eu tô indo pra tal lugar. vou deixar isso aqui pra caso aconteça algo comigo, você liga pra polícia, ok?" "ok". E lá foi ela.
De hora em hora eu checava pra ver se ela ainda estava no mesmo lugar que ela tinha dito que havia ido e estava indo tudo bem. Até que teve um momento em que ela desativou a localização. Eu pensei "nossa, será que deu problema? tão cedo e ela já vai voltar pra casa". Só que quando chequei o telegram, não havia nenhuma mensagem de "tô voltando". Eu comecei a sentir algo que eu nunca tinha sentido dessa forma na minha vida. Ciúmes. Muitos ciúmes. Eu não conseguia entender. Eu começava a respirar mais rápido e ficar nervoso. Minhas mãos tremiam. Eu não sabia o que fazer. Se ela desligou a localização, era porque ela iria pra algum lugar e não queria que eu soubesse. Mas eu não poderia deixar esse sentimento tomar conta de mim, até porque eu não sabia se foi realmente isso que aconteceu. Era mera especulação minha.
As horas se passaram, até que finalmente, perto das 22h, uma sinal de vida. E as primeiras palavras dela foram: "Nossa... pqp... que dia...".
Eu não sabia. Eu não sabia que iria doer tanto. Eu não sabia o que fazer.
Junto dessas palavras, uma foto. Ele deitado no colo dela recebendo carinho. E de repente eu não conseguia pensar direito. Eu não sabia nem quem eu era ou o que eu estava fazendo. Eu só conseguia chorar. Eu não achei que ver o colo que foi só meu, o carinho que foi só meu, agora é de outra pessoa. Eu ficaria muito tranquilo se fosse como as outras pessoas com quem ela ficou, um cafuné aqui e ali, uns beijos, talvez algo mais, mas depois cada um volta pra sua casa e fica por isso mesmo. Mas dessa vez foi diferente. Um vínculo foi criado. Como ela mesmo disse: "eu senti algo por esse menino no momento que desci do uber e vi ele". E eu estava quebrado. Eu não significava mais nada. Eu realmente não me importaria se fosse um sexo casual ou algo do tipo. Mas eu não sabia que iria doer tanto o fato de que todas as coisas que um dia eu fiz ou recebi, são de outra pessoa.
Porém eu ainda acreditava que isso poderia mudar. Achei que era só um caso, que ele fosse voltar pra cidade dele e isso iria passar. Mas... não. Ela sentiu coisas que não havia sentido antes. Teve experiências que não tinha tido antes. E ela chegou a cogitar juntar dinheiro pra viajar assim que possível pra ir ficar com ele de novo.
Eu ainda amo ela. Mas eu descobri algo pior que isso. Descobri que ainda quero ela. E agora eu não posso mais.
Entrei em desespero. Desabafei com ela. Ela pediu desculpas. Mas que isso já tinha acontecido. E agora ela sente coisas novas. E que não tinha muito o que fazer. Que ela me amava e sempre vai me amar, mas que era isso que ela queria no momento.
Fui vê-la. Eu não conseguia parar de chorar. Eu falei que amo ela. Que eu não considero ela má, ou escrota, ou nada do tipo. Que ela estava fazendo o que está certo e que estava no direito dela. Ela perguntou porque eu não aceitei quando ela pediu pra voltar. Eu respondi de forma sincera. Eu queria voltar. Mas eu pensei muito sobre todas as circunstâncias do término e que a forma que eu tratei ela foi injusta, que ela não merecia ficar comigo depois disso tudo.
E ainda tem alguns agravantes:
- Eu não conseguia abraçar ou beijar ela sem imaginar que ela poderia estar pensando em abraçar ou beijar o outro cara. Eu não conseguiria, caso a gente voltasse um dia, ficar com ela sabendo que tudo que um dia era meu e me fazia me sentir especial agora é de outra pessoa e essa pessoa está se sentindo especial por isso.
- Ela admitiu pra mim que ela estaria sendo hipócrita se dissesse pra mim que ela não quer ficar com esse cara. Ao ponto de considerar juntar todas as economias dela pra viajar e passar tempo com ele.
- Eles conversam tanto quanto eu conversava com ela e costuma mandar vídeos cantando e tocando violão pra ela e ela fica derretida da mesma forma que ficava quando eu fazia algo pra ela.
- Mesmo que a gente voltasse, eu ia me sentir um merda de impedir que ela em algum momento fosse vê-lo, pois eu não me sinto no direito de impedi-la de descobrir o que ela realmente sente por esse rapaz.
Ela tem tentado me acalmar, com medo de eu fazer alguma merda. Mas ao mesmo tempo que ela tenta me acalmar, eu fico mais aflito com o fato de que meu "deadline" é julho. Julho ela vai pra lá ou ele vem pra cá. E eu vou ter perdido ela pra sempre. Tudo isso porque fui omisso e enganador, preguei um discurso de algo que eu não estava vivendo.
Tenho ciência de como eu estou sendo egoísta e hipócrita, mas é como eu me sinto. E eu tenho me sentido horrível.
Eu não consigo ver futuro na minha vida daqui pra frente sem ela. Quando nós terminamos, eu continuava com a sensação de que eu tinha ela "pra mim" por continuarmos sendo tão próximos. E agora eu não sinto mais isso. Ela sempre foi minha primeira opção pra tudo, mesmo depois de termos terminado. Ela sempre é a primeira pessoa que me vem em mente quando quero contar algo legal ou ruim que aconteceu no meu dia.

Ficar sem ela e sofrer pra sempre pois ela vai descobrir que ele realmente é quem ela quer?
Tentar ficar com ela e sofrer pra sempre pensando se ela não estaria melhor com a outra opção ou pensar que eu privei ela de descobrir o que é melhor pra ela?

Eu realmente não sei o que fazer.

Desculpa pelo textão. Eu queria colocar isso em algum lugar, com pessoas que não me conhecessem, porque alivia um pouco saber que alguém, mesmo que esse alguém não se importe comigo, leu e não vai me julgar pelo que me precede.
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2017.11.01 18:01 pedrothegrey Blues in Green em uma quarta-feira chuvosa

I.
Arthur tinha tomado café da manhã às pressas. Esquentou a água sem o açúcar e só percebeu quando engoliu o café com a cara de quem tinha mordido uma acerola bem verde. Caminhou até o ponto de ônibus e parecia que iria chover. Colocou seu MP3 S1 fixado no encaixe de cinto da sua calça e mexeu no fone de ouvido até achar a posição certa para fazê-lo funcionar. Mau contato. Havia comprado esse novo modelo com 512MB e receava molhá-lo. Dois dias atrás tinha deixado na lista de downloads do LimeWire um albúm de Jazz, “A Kind of Blue” e finalmente poderia escutá-lo. Trazia também “Feel Good Inc.” e outras duas mais do Gorillaz, uma tal “B.Y.O.B.”, mas achou muito agitada para uma manhã tão calma, “Ace of Spades”, “Cowboys from Hell” e “I Love Rock n’ Roll” do jogo que havia comprado recentemente, Guitar Hero. Era tudo que tinha pois seu MP3 antigo só suportava 128MB e ainda não tinha tido tempo de baixar tudo que queria.
Entrou no ônibus e pagou a passagem, R$ 1,35. Se incomodava sempre com os 35, pois era inconveniente carregar uma moeda de 25 centavos, uma de 10 e uma nota de um real, com seu beija-flor verde. De todo modo, porquê não R$ 1,25? Arthur se sentou e tentou ajustar o fone, que agora foi tirado do preciso milímetro que o deixava funcionando. Ouve-se, alto, “Hello Moto!” e em seguida um alarme com música eletrônica. No banco ao seu lado, um homem revira os bolsos e pega seu Motorola V3. Olha pelo visor, revira os olhos, respira fundo e abre o aparelho. “Alô? Oi, amor. Não, estou no ônibus, pode falar. Uhum, sei... Mas é o... não? Ah, ela fez isso de novo? Vou te dizer, essa menina não tem jeito. Por mim eu a deixava sozinha, sabe? Ela tem 18 anos, ajuntada com aquele homem que não faz nada pra ninguém. Pois é. Aham. Exatamente, ele não trabalha e... É. Nem gasta tempo com isso, sabe? É gastar energia... isso, é gastar energia à toa. Querida, eu preciso desligar porquê meus créditos vão acabar. Se eu puder te mando um SMS quando chegar. Tá bom, beijos.”
Depois dessa conversa apaixonada, Arthur finalmente consegue ajustar seu fone de ouvido, Blues in Green numa quarta-feira chuvosa. Deus, que coisa boa. O ônibus passa por toda sorte de estradas esburacadas, rios espumantes e pela refinaria de petróleo, com suas torres eternamente em chamas, enrusbescendo o céu noturno. Mas não era noite. Arthur havia chegado na Universidade e chovia fino. Uma brisa leve carregava as gotinhas gentis para seus óculos. Sentou na cantina e pediu um café e um pão com manteiga, 25 centavos. Um par de mãos oculta seus olhos.
— Adivinha quem é. - Disse uma voz feminina.
— Camila? - Arthur respondeu, rindo.
— Idiota. - Ela riu uma risada com gosto de Blues in Green numa quarta-feira chuvosa.
— É brincadeira. - E a beijou.
— Sentiu minha falta?
— É claro, sempre sinto.
— Mesmo quando a gente se fala pelo MSN?
— Especialmente nesses dias.
— Deixa eu ver o MP3 novo. - E o mostrou a ela.
— 512 megas? Não sei nem o que colocar aí dentro. - Ela disse.
— Pois é. Eu também estou perdido, acabei baixando algumas coisas novas, mas nem tenho espaço no computador de casa para tanta música.
— Isso porque você ocupa a máquina com seus joguinhos.
— Half Life não é um joguinho, Jéssica. É um marco.
— Eu acho que é um joguinho.
— Você deve ter razão.
— Sempre tenho.
Saíram da lanchonete e entraram no prédio da Universidade. Se despediram com um longo beijo. Jéssica seguiu para sua aula de 8:30h no 9º andar. Arthur parou na sacada do 3º andar e acendeu um cigarro. Observou os pássaros indo e vindo, os carros que saiam de uma pista de via dupla para uma via de quatro pistas e a fumaça do cigarro. Havia já uma semana que alguns cursos da Universidade estavam parados, incluindo o dele. Greve. Por sorte, Jéssica continuava tendo suas aulas. Ele não podia trabalhar pois o curso poderia voltar a qualquer momento e os horários jamais o deixariam ter um emprego fixo. Essa era a terceira greve do ano. Jéssica ainda não sabia da decisão de Arthur quando ele se encaminhou para a secretaria e pediu, mais tarde naquele dia, o cancelamento da sua matrícula.
II.
O dia anterior, uma terça-feira, foi feriado nacional. Caterine e Umberto, pais de Arthur, faziam planos de alterar o jardim. Queriam comprar vigas de eucalipto tratado e construir um tipo de portal extenso, que seria coberto de uma tela aonde se plantaria maracujá ou bougainville. Não era uma má ideia, mas Umberto detestava gastar os feriados trabalhando. Pela velha tirania de ímpeto conjugal, Caterine o convence a ir comprar a madeira. Ele pede para que Arthur o acompanhe e assim ele o faz. Depois de alguns minutos de um silêncio desconfortável no carro, eles chegam a madeireira. Umberto faz toda sorte de perguntas à vendedora, que o recebe com uma simpatia destoante de estar trabalhando no feriado. Ela diz o preço, R$ 60 por nove vigas de um metro e sessenta de altura. Umberto se interessa e segue para o estoque para conferir os eucaliptos, mas vê de imediato que são pequenos demais para o que quer. Desiste da compra, com um sorriso no rosto. Voltam para casa e contam toda a história para Caterine, que desconfia da boa vontade dos dois.
Mais cedo naquele dia, Jéssica havia chamado Arthur para que a fosse visitar, tomar café e ver um filme novo que havia alugado, “Lord of War” com Nicolas Cage. Ela morava a bons dez ou quinze quilômetros de Arthur. Umberto estava sentado na sala, vendo o resultado dos jogos de futebol.
— Ei, pai. Será que eu posso pegar cinco reais para abastecer o carro e sair com a Jéssica? - Arthur perguntou.
— Hm... - E olhou para ele.
Se levantou e foi para a varanda, onde acendeu um cigarro. Por alguns segundos, Arthur achou que ele havia o esquecido. Quando pensou em perguntar de novo, Umberto o olhou nos olhos.
— Olha, eu não tenho como sustentar você, o carro e a garota. A gente tá apertado e você sabe disso.
— Tudo bem, só perguntei mesmo.
— Quando você trabalhar você vai...
— Eu entendi, tá tudo bem.
— Me escuta.
— Não precisa.
— Ah, então que se... - e xingou.
Arthur procurou pelo seu quarto, na sala e na cozinha por todas as moedas que conseguia encontrar. Achou um total de 80 centavos. Ainda não dava para pagar as duas passagens, muito menos abastecer o carro. No computador de Jéssica, um pop-up: “Arthur s2 está online”. “Estou indo, mas vou demorar um pouco.” ele escreveu. E saiu de casa a pé.
Alguns quilômetros depois, cansado, parou e se sentou num banco. Acendeu um cigarro que havia pegado de Umberto à noite. Ele havia parado na frente do edifício do escritório, seu novo emprego. Tinha mandado o curriculum para lá há um mês e o aceitaram como qualquer-coisa-junior. Tinha a impressão de ser sua carta de alforria. Ninguém sabia, nem mesmo Jéssica. Deu uma última tragada e tomou coragem para continuar a caminhada.
III.
Passaram-se dois meses. Era aniversário de Caterine e a família de Arthur iria se reunir. Estava quente, seco e os olhos de Arthur ardiam. Havia se mudado há duas semanas e meia. Sua casa só tinha uma televisão de 29 polegadas em cima de um banquinho de plástico, uma geladeira, cama, fogão e a mesa do computador. Saiu de casa com o estômago embrulhado. No seu computador, pairava uma mensagem de Jéssica: “Tá aí? Podemos conversar?”. Saiu de casa depressa, como se pudesse fugir da situação.
Chegou na festa. Faziam churrasco e a fumaça nublava o ambiente. Música alta e conversas. Tinham por volta de 10 adultos, mais Umberto e Caterine e umas cinco ou seis crianças correndo sem parar. Arthur deu um beijo na mãe e seu presente. Sentou-se, comeu e conversou todos os típicos papos de famílias que só se veem duas vezes por ano. Foi buscar água dentro de casa, Umberto o acompanhou.
— E aí? Como está indo no emprego? - Perguntou Umberto.
— Indo. Nada de novo.
— E a casa? Conseguiu resolver a documentação?
— Amanhã eu vou terminar.
— E a Jéssica? Tudo bem? Porquê ela não veio?
— Não sei.
— Vocês estão...
— Eu não sei.
— Ela deve ter ficado chateada porquê você largou tudo.
— Duvido.
— Vocês começaram a brigar depois disso, não foi?
— Não.
— Bom, ela deve ter ficado chateada por isso.
— É você que está incomodado com isso.
— Eu sempre achei que você poderia fazer coisa melhor.
— Eu também.
— E porquê você não estudou para aquele concurso?
— Não sei.
— Seu problema é só preguiça. Você tinha o mundo nas mãos.
— Eu ainda posso tentar fazer um concurso.
— Você vai mesmo?
— Não sei.
— Imaginei que não.
A noite chega e Arthur segue para casa. Senta-se na cadeira do computador e mexe o mouse. O monitor de tubo faz estática na tela e o desktop começa a ganhar vida. Quinze mensagens de Jéssica, todas muito grandes. Ele não lê. Segue direto para o banho e depois deita na cama, virado para a parede. Sentia um formigamento na barriga que ia ficando cada vez mais forte, até se tornar dor. Seu coração palpitava cada vez mais forte enquanto sua mente tentava não pensar em tudo aquilo. Nas mensagens e nas decepções... Ele tentava esquecer. Tentava lembrar das músicas novas que havia baixado e dos filmes que iriam lançar no ano seguinte. Mas os filmes ele veria com ela. Não tinha importância, ainda teria lugares para ir, coisas para ser. Ele poderia trabalhar ainda mais longe da família. E esqueceu do seu esforço para esquecer. "E se acabasse? E se ela realmente me deixasse? Não, isso não vai... Vamos conversar e resolver isso. Mas e se realmente... Não, ela só quer conversar mesmo. Nós vamos conversar e ir ao cinema depois. Mas...".
A garganta de Arthur dói, seus olhos ardem. Ele continua olhando para a parede tentando não pensar em nada. Um barulho na porta. Arthur respira, se levanta da cama e tenta não desabar. Encosta, tremendo, na maçaneta e abre a porta. Não era nada. Ele inventou esse barulho na sua cabeça. As dores vão embora mas Arthur continua a tremer. Ele ri da sua situação. Se deita novamente, olhando para a parede. Um barulho de pop-up (o barulho personalizado de Jéssica). As dores voltam lentamente. Deitado de bruços, ouve seu coração batendo como se fosse o de um touro. Sua respiração indo e vindo sem qualquer padrão, enchendo seus pulmões com lufadas de ar irregulares. Pulmão lhe fez lembrar de fumar. Acendeu um cigarro perto da janela. Tragou fundo e sentiu suas pernas fracas e a cabeça pesada, como se fosse o primeiro cigarro. Questionou se era efeito da nicotina. De repente, um novo barulho na porta. Toc toc toc. Com um cigarro aceso na boca, a fumaça lhe queimando os olhos e provocando lágrimas, ele abre a porta.
— Arthur... Precisamos conversar.
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2017.09.26 02:38 DeepNavyBlue Porque as vezes defendo a Polícia Militar - Historinhas da minha vida bobona relacionada à PM

Bom, eu sempre tive uma vida meio bandida na adolescência. E todo adolescente é revoltado né?
Um dia esbarrei com dois policiais fardados, lembro como se fosse hoje. Xinguei mesmo, porra, tnc, não vê porra, farda pesada não pode sair do caminho caralho? Os dois me olharam, riram e continuaram andando.
Outra vez alguém chamou a PM para prender um amigo meu descontrolado, drogado até o talo. Nem sei o que aquele maluco usou, mas dois policiais gigantes de uns 2 metros apanharam igual cachorro do meu amigo. Apanharam com cassetete e tudo, meu camarada estava realmente endiabrado naquele dia. Um policial com corte no supercílio e outro com hematoma na bochecha ainda aguardaram eu convencer o camarada a entrar no camburão. Quando ele entrou ali na parte de trás, algemado os policiais começaram a bater nele com o pé, socaram um pouco e eu empurrei eles e comprei a briga, mas eles pararam, entraram no carro e foram pra cadeia.
Uma vez fomos num show do Lulu Santos num ginásio, devia ter umas 20 mil pessoas onde cabia só umas 10 mil. A gente tava muito alterado, tinha tomado 2 garrafões de vinho antes de entrar e lá dentro tinha muito loló. Na saída havia um enorme tumulto que até hoje nem sei o que era que tinha rolado, muita bomba de gás e muita polícia, batalhões, parecia SP naqueles dias de manifestações, gente correndo para tudo quanto é lado, muito tiro, muita bomba, claro que o burro aqui correu para cima da polícia né, senão essa história não existiria, com camisa no rosto devido ao gás e mesmo assim a polícia abriu caminho na formação para eu passar em vez de me encherem de porradas e bala de borracha.
Outra vez eu e o motorista da empresa tínhamos feito um trabalho num shopping e na rampa descendo na saída ele quase atropela um PM, dá uma freada brusca e a placa dianteira cai. O policial dá dois passos de ré, junta a placa e aponta para o posto de gasolina em frente. Fomos e o PM já veio dizendo, cadê a placa traseira também? E a plaquinha de marca do Santana? Carteira de motorista e documentos do carro. Bom, o cara deu os documentos do Santana tudo atrasado e não tinha CNH. Estava faltando cédula na cidade para a emissão das renovações e o carro não era dele, apenas motorista. O PM disse pra ele ligar para a empresa para alguém ir ali. Não tinha crédito então foi no orelhão mais em frente. Eu desci do carro, encostei no para-lama ao lado do PM, ele estava ali anotando coisas, eu falei; Você sabe que o garoto está falando a verdade né? Ele respondeu um seco 'sei sim' e continuou escrevendo. O menino veio e não tinha nenhum responsável na empresa. O policial disse para irmos embora, direto para a empresa, se fôssemos pegos por ele de novo, não haveria qualquer perdão e ele iria procurar ainda mais coisas para multar. Até hoje quando a gente se encontra, este papo rola e a gente da muita risada, todo mundo já conhece a história, mas se tem algum novo na roda a gente conta tudo de novo pois foi tudo muito engraçado.
A situação mais grave. A gente estava trabalhando numa casa de madeira, bem velha, quase caindo e por questões de iluminação das cenas colocamos lona preta nas janelas. Num dia a menina grávida tinha um exame com obstetra(ou isso) a tarde pois já estava nas semanas finais, então toda produção não foi, eu fiquei sozinho no único quarto que havia ar-condicionado. Mexendo no note e eu sentia a presença de alguém, parava e prestava atenção, nada. E essa sensação perdurou uns 5 minutos. Até que eu resolvi sair do quarto para ver o que estava rolando. Quando abri a porta, 6 armas na minha cabeça, de todos os tipos e calibres, escopetas, fuzis, submetralhadoras, pistolas. Parado ai, levanta a camisa, levanta a camisa, rápido, rápido. Eu levantei a camisa, perguntei se tavam malucos, eles foram baixando as armas aos poucos, explicaram que "achavam" que um cara que eles perseguiam havia entrado ali, revistaram a casa toda, eu falei vai tomar no cu porra que susto filha da puta. Então o grupo tático foi embora, pediram desculpas e eu fiquei lá tremendo igual vara verde, mas não me caguei todo.
São por estes motivos que eu não gosto de ser contra a PM, em todos os casos eles poderiam ter muito bem me fodido todo, ou até me matado. Em todos os casos eles foram totalmente normais comigo. É claro que tem coisas bem óbvias que eu vejo de erro deles, mas sempre que tem algo suspeito no ar, eu prefiro pensar pro lado da PM, por isso nem posto quando tem estes assuntos por aqui.
Ficou uma parede de textos. NL;NL A PM sempre foi bacana comigo, mesmo não precisando ser.
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2017.02.15 22:01 Scalira Right Where It Belongs

THROW ME IN THE LANDFILL
Havia sete anos que Mick Rory não ateava fogo a nada.
Havia jurado pelo sangue de sua mãe não começar um incêndio outra vez, não importando a beleza das chamas deflagradas a beijar e retorcer a madeira. Ou o quão bonito era vê-las crescer, uma força em si mesmas, um inferno calcinante que não deixava nada em seu caminho; vibrantes como a vida e impiedosas como a morte. Havia jurado por Leonard, o garoto que conhecera trinta anos antes no reformatório e que precisara salvar de ser esfaqueado até a morte, e com quem crescera contando estórias no meio-fio de uma estrada, bicicletas jogadas a um lado, ignorando que Lenny trazia um olho roxo e que rir, para ele, doía. Leonard, dos planos infalíveis e do sorriso gatuno que lhe fazia acreditar que tudo daria certo, no fim. Dos olhos frios, das emoções reclusas, o garoto Snart que não deixava ninguém chegar perto demais para ver o que havia por trás de suas barreiras de gelo, por trás de suas defesas tão bem construídas.
Jurou pelo mesmo Leonard que chorou à sua hospitalização.
Mick não tinha como saber com certeza.
Havia começado como sempre começa: uma chama inocente queimando em algum lugar; uma faísca. E Rory a alimentara para vê-la crescer e consumir e devorar: uma deusa dourada, implacável e cruel, verdadeira e justa. Ela o chamava, o convidava a descobrir os segredos do universo, aqueles segredos sussurrados apenas na sabedoria do fogo e, oh!, ele os queria descobrir. Os sons calavam quando o fogo falava e tudo ao redor – a casa rangendo, as vigas retorcidas, o teto desabando – nada disso importava, nada disso valia se o fogo apenas dissesse que o queria, chamasse seu nome...
Estava engolido nas chamas quando Leonard voltou por ele.
Estavam no meio de algo importante, não estavam? Mick já não conseguia se lembrar o que era. Tantos anos de vida no crime tornavam difícil distinguir os roubos pequenos dos grandes, os assaltos a mão armada dos intrincados planos milionários e com o fogo tão perto, tão quente e tão gentil, Rory não conseguia sequer lembrar-se de onde estavam. Alguém gritou que não deviam ter chamado o incendiário; uma voz tão fraca que implicava distância e pés fugidios que se afastavam do prédio, mas não os de Leonard. Os de Leonard faziam o caminho inverso, para longe da segurança e da noite clara e fumarenta e para dentro do inferno e do fogo, querentes de levar Mick com eles.
— Mick! — O ouviu gritar, não pela primeira vez. Mas o som era tão distante, tão fraco e irrisório frente ao estalar das chamas que não se voltou para vê-lo — Mick, nós temos que ir! Mick!
Outra noite Mick teria ouvido. Se as mãos de Leonard – aquelas mãos enluvadas, finas demais para esses trabalhos – o houvessem conseguido alcançar, Mick teria ouvido. Só que as chamas o engoliam em uma miríade, uma torrente, um paraíso de labaredas dançantes e sedutoras que se postavam entre ele e Lenny. Mick não podia ser alcançado. Não podia ser detido. As chamas o consumiriam e – deus, ele não negava – a morte seria bem-vinda.
Em algum momento, a voz de Lenny calou. Em algum momento, a escuridão o tragou. Em algum momento, as chamas cessaram.
Não esperava acordar.
Passou dias em tratamento intensivo. Quando foi finalmente movido a um quarto não recobrou a consciência. Foram semanas entre a realidade e a ilusão, o sonho e o desespero, alucinando na tênue linha da mortal eternidade. Mais de uma vez pensou-se morto; a voz canora de sua mãe o chamava de filho e o convidava a ir para casa. Tantos anos perdido e agora finalmente encontrava o caminho de volta – era questão de seguir e aceitar. Mas noite dessas ouviu um soluço. Um soluço que pedia para ser perdoado, que pedia desculpas, que chorava em seu leito. Na junta do pescoço com o ombro, sentiu suas lágrimas. Elas trilhavam um caminho salgado nuca abaixo e era o único gosto de realidade que este sonho ainda tinha.
— Mick — Naquela voz roubada de Lenny, quebrada de choro — Mick, eu sinto tanto.
E aquela ilusão não convencia porque Lenny jamais pediria desculpas – jamais teria pelo que se desculpar. Tudo o que fizera, todos esses anos, fora salvar Mick do inferno de ser quem era. Trazer à sua vida o mínimo de normalidade. Lenny era uma constante, uma luz em meio a tormenta de se estar perdido sem saber de onde viera ou para onde iria. Leonard o fez sentir-se como parte de algo outra vez e Mick não se sentia assim desde a infância, vivendo em uma cidadezinha campestre a oeste da civilização. Embora as memórias deste tempo não estivessem exatamente lá, uma parte de si se lembrava amado e querido. Lembrava, também, de ter uma família e de ser mais do que empecilho ou ferramenta; lembrava de pertencer e do calor dos abraços, dos afagos e dos beijos, das noites embaladas de estórias e da afeição incontida. Por que Leonard se desculparia por ser sua família?
— Mick, eu sempre... — E as palavras sussurradas só para ele ouvir eram sonho e fantasia, eram delírio e pesadelo, eram tudo o que Mick sempre quisera e mais do que podia aceitar e este Leonard era utopia que selava o que tinham de um jeito que nenhum dos dois jamais se atreveu.
Mick nunca teve como saber com certeza que aquela noite não fora um delírio. Que Leonard Snart, o próprio, viera ao seu leito e chorara por ele por pensar-se culpado de alguma mágoa só sua. Mick jamais soube, mas a lembrança desta noite – sonho ou realidade – fê-lo prometer que nada daquilo se repetiria, mesmo que implicasse se afastar para não ferir; dar as costas ao bando de Leonard sem dizer para onde ia, incapaz de crer-se estável o bastante e controlado o bastante para deter-se diante das chamas. E se tivesse que escolher entre Leonard e o fogo, não estava bem certo do que escolheria. Para viver consigo, debaixo daquela casca de corpo onde deveria ter um homem, Mick deu-lhe as costas e não olhou para trás. Leonard não o procurou.
Sete anos e as coisas continuavam iguais.
Controlar a vontade do fogo não foi fácil.
Esses anos todos foram repletos de remédios e terapia, visitas psiquiátricas e duras observações. Os grupos de apoio – Mick pagou com a língua por rir dos imbecis que a eles se juntavam – foram, talvez, a mais útil das medidas que tomara. Saber-se junto de outros seus iguais ajudava. Aplacava essa voz insistente e ranzinza, gritando que era um doido; um psicótico que, como o fogo, só era capaz de calcinar e destruir, deixando nada além de cinzas por onde quer que passasse.
Foi difícil aceitar que não teria a companhia das chamas outra vez.
Não foram poucas as vezes que se viu em recaída olhando para labaredas que subiam e estalavam e beijavam e mordiam. Embora os fogos jamais tenham saído de controle, a pontada de culpa logo virava maré e mar em ressaca e Mick se via à deriva nessas águas de autocomiseração.
Toda vez que se olhava no espelho – e ele se forçava a se encarar no espelho, a camisa puxada acima dos ombros para ver os estragos – tinha de ver os ombros e as costas lavrados de cicatrizes; marcas fundas na pele que se arrastavam para todos os lados como um polvo cujos tentáculos jamais se esticariam o bastante para naufragar navios no mar branco de suas costas. O horror que o fogo deixara manchara para sempre sua carne e sua vida.
Uma parte sua gritava que essa era sua verdadeira natureza: monstruosa, deformada, tingida pelas chamas que tanto amava e a que se entregaria sem pensar, consumido na abençoada inconsciência que o fogo traria. Mas outra parte – o todo de quem era – tinha de se lembrar que não era por ele. Era por Leonard. Porque aquelas marcas poderiam muito bem não ter acabado em seu corpo, mas em Leonard. O mesmo Leonard que se orgulhava da pele macia, das mãos finas de gentleman, da beleza que traía o fosso onde crescera com seu pai e irmã. Aquelas marcas do fogo poderiam ter-lhe tomado a vida, a forma, o corpo e a carne; incinera-lo a uma massa pútrida e informe a ser deixada para trás para ser reconhecida pelos dentes. E teria que suportar Lisa olhando para ele – para aquilo que restara do irmão – e erguendo os olhos de princesa para encará-lo com raiva, com ódio, com as chamas do fogo gritando vingança.
Todas as vezes que se via no espelho Mick Rory se forçava a ver este cenário, vivo como uma brasa que queimasse em sua mente e por trás de suas retinas. E todas as vezes que baixava a camiseta estava resoluto a seguir em frente mais um dia.
Fugiu para algum lugar da boa e velha América, para uma dessas cidades sem nome que malmente figuram em um mapa. Bom lugar para permanecer de tocaia, para esperar a poeira baixar até que as coisas se acertassem outra vez, para largar-se com as costas no chão e os pés para cima até seu cheiro desaparecer na poeira da estrada. Mas este era seu passado falando; um Mick Rory que não existia mais.
As coisas nunca se acertariam outra vez.
Este lugar era agora sua casa, inda que lar fosse uma palavra que não usaria de novo. Não era amado, tampouco temido. Os anos que ali vivera o tornaram uma constante dessa cidadezinha; um membro que era pouco mais que figuração, parte da paisagem, rotina. Tinha um emprego medíocre numa oficina mecânica e se comprazia em dar ofício às mãos. Quando elas trabalhavam, calejadas e sujas de graxa, a mente se ocupava dos detalhes e das peças, das engrenagens e dos parafusos e se afastava da escuridão que gritava pelas chamas.
Os dias passavam indiscerníveis e iguais. Era uma existência monótona, preto e branca, tão diferente dos tempos efervescentes que passara com os Snarts e seu bando. Volta e meia se pegava pensando naqueles roubos, nas expressões aparvalhadas da polícia, na pilhagem e nos espólios e ria sozinho. Seus colegas o tomavam por louco – e como estavam certos, mas pelas razões erradas! –: o imbecil musculoso que dava para falar sozinho e rir por motivo nenhum. Mick deixava que pensassem o que quisessem. Leonard o havia convencido, tantos anos antes, dos benefícios de ser subestimado e de passar despercebido.
— Ei, grandão! — Porque nesse lugar esquecido por deus ele não tinha um nome. Era “o grandão”, “você aí”, “o cara lá”. Tudo certo. — Tem alguém procurando por você!
E lá nos fundos da oficina estava Leonard Snart, o próprio, bem do jeito que Mick lembrava.
Após sete anos no escuro, Mick Rory viu as chamas outra vez.

Leonard Snart era um homem de palavra.
Ele não acreditava em deixar um dos seus para trás, muito menos em trair a confiança que lhe fosse imposta. Não eram muitas as pessoas que mereciam seu apreço e estas poucas com quem se importava eram aquelas que protegia. Leonard sabia que, em sua linha de trabalho, aqueles que você ama são sempre usados contra você; as únicas coisas que podem te ferir são as dores causadas àqueles por quem você daria a vida. Mas não se importar era a mesma coisa que não estar vivo. Lenny preferia os riscos desta afeição a uma existência vazia que não se perdoaria viver.
Assim, quando Mick Rory deu baixa no hospital – o mesmo hospital para onde Leonard o havia arrastado num desespero de que nem bem se lembrava; o hospital que tivera de pagar do próprio bolso, arrumando um emprego de fachada – e decidiu por conta que não iria voltar com eles, mas sim partir para sabe deus onde, Leonard teve que engolir o orgulho e a honra e todas as bonitas palavras ensaiadas que o fariam ficar. Teve de medir sua paciência e impedir-se de fazer algo de que se arrependeria. Teve de respirar e forçar-se a encontrar a calma; um lugar dentro de si para onde ia para esquecer de quem era. Teve de fechar os olhos e saber que era melhor assim.
Quando Mick partiu Leonard não o procurou.
Havia algo naquelas costas que sumiam na distância que diziam que essa vez não era como as outras. Que Mick não voltaria com um sorriso vagabundo e um ar de cachorro abandonado, nem que Leonard devesse procura-lo e consertar fosse lá o que houvessem quebrado. Len tentava esquecer que talvez fossem as cicatrizes – aquelas fundas e feias cicatrizes que carcomiam a carne e que rajavam os ombros e que despontavam mesmo das mangas longas dos casacos. Tentava esquecer que talvez fosse o fogo, talvez fossem as chamas, talvez fosse um chamado. E tentava esquecer que Mick Rory não voltaria atrás naquela decisão.
Melhor assim, era o mantra repetido para se convencer de que não falhara com Mick. De que não fora sua culpa as coisas terem chegado tão longe. De que não fora preciso que um dos dois quase morresse para verem que não podiam seguir em frente, não assim. Melhor assim. E tinha que se forçar a engolir essa sensação de que estava deixando Mick para morrer, como um gato velho demais e doente demais que se afasta de casa para perecer sozinho.
Os trabalhos foram surpreendentemente bons ao longo dos anos.
Leonard sabia que não ter Mick por perto tinha lá suas vantagens.
Para começar, era muito mais fácil pensar sem tê-lo por perto. Era fácil planejar seus golpes sem se preocupar se Rory conseguiria manter-se sob controle, se conseguiriam entrar e sair sem serem vistos ou se acabariam o dia engolidos em chamas. Era menos estressante; fazia bem não ter que olhar sempre atrás de si e procura-lo, não ter que se preocupar com ninguém além de si próprio durante um assalto. Mas o preço que Leonard havia pago não compensava o lucro dos ganhos. Era Lisa quem apontava as olheiras, frutos de noites mal dormidas. E resmungava por serem dois idiotas, um mais cabeça dura que o outro.
— Ele não quer ser encontrado, Lisie — Falou certa feita. Erguia os olhos das plantas dos prédios que estudava antes de haver cochilado.
— O que não quer dizer que você não deva ir atrás dele.
E aquela foi sua última palavra sobre o assunto.
Len, sendo o sujeito racional que era, teve de analisar todo prospecto possível que a situação exigia. Se – e era um grande “se” – voltasse por Mick, como as coisas seriam entre eles, então? Ele tinha de saber-se mais confiável; saber que impediria o outro caso a situação fosse outra vez tão extrema. Os pesadelos, mesmo passado anos, se repetiam iguais. Eram cacofonias de gritos e fogo e o estalar e ranger da madeira. Lembrava de acreditar que o arrastava morto para fora da casa, desesperado demais para qualquer outra coisa que não agir por impulso. De jogá-lo para dentro do carro e deixar joias e dinheiro para trás, pouco se importando se era o lucro de uma vida e todo o trabalho pelo que haviam sofrido e trabalhado e que as chamas engoliam. Não havia pedido por uma ambulância porque se acreditara sem tempo. Estivesse acordado, Mick reclamaria por Lenny estar dirigindo. Estivesse acordado, Len jamais tocaria o volante. Mas Mick não estava acordado e não iria acordar e Len precisava dirigir – e, droga, dirija! Milagre terem chegado ao hospital inteiros. Milagre, também, Mick ter vivido para contar aquela história. E Leonard o deixou ir porque não suportava a ideia de não poder protege-lo; de ter que vê-lo morrer diante dos seus olhos, ao alcance das mãos, mas ainda assim tão longe.
Levou tempo para aceitar que tinha tanto medo de ferir-se como tinha medo de feri-lo.
Quando se aquietou com a situação teve de tomar coragem para encontra-lo de novo. Sabia que Mick não o culpava, mas isso não tornava as coisas mais simples. Havia essa sensação enredada no estômago que lembrava uma ânsia; um nervosismo mal dissimulado da culpa auto infligida.
— Vá vê-lo, Leonard. — Lisa só o chamava de Leonard quando a coisa era mesmo séria — Ele vai gostar de te ver.
A isso Leonard havia sorrido como quem duvida, mas as sobrancelhas da irmã o repreendiam e o desafiavam a dizer o contrário. Vencido, Leonard Snart fez as malas para o interior, sem saber que o destino tem seu próprio jeito de brincar com a vida das pessoas. Estava de passagem comprada quando a voz de Lewis Snart o assaltou no telefone:
— Ei, rapagão — O tom, o timbre, a voz que lhe embrulhava o estômago — Estava na cidade, então pensei: por que não ligar, não é? Não é isso o que quer dizer família?
Mas Lewis Snart não era sua família desde que Leonard se lembrava.
Seu pai, Lewis, havia sido um policial, mas havia sido há muito tempo. Isso antes de aceitar os subornos e as rondas ilícitas e cair nas graças da máfia e das famiglias. Só que era um criminoso de raia miúda, desleixado e arrogante, crente de ser melhor e mais esperto do que a polícia onde trabalhava. Apenas sua cegueira insolente não via que era o mais medíocre dentre os ladrões; que seus trabalhos e serviços eram desimportantes o bastante para não serem notados, indignos de confiança e desdenhados por qualquer outro que não ele. Não, não ele, ansioso como um cão atrás de um osso, mas nojento e pérfido como um rato. Nenhum dos figurões do crime o levava a sério, mesmo que fosse sempre bom ter um ou dois tiras no bolso.
Quando pego, Lewis deu nomes que ninguém rastreou. Falou de pessoas que nunca existiram. Dedurou colegas e ligações que ninguém se importou em checar. E, quando solto sem patente ou distintivo, procurou as famílias jurando não ter aberto o bico nem dito palavra. Um larápio mais inocente acreditaria. Não foi nem preciso forçar as condições de sua prisão: ele tinha o péssimo hábito de não ser bom em nada e de entrar em seu próprio caminho. O incumbiram do roubo de uma esmeralda tão grande quanto o punho de um homem e Lewis Snart foi pego em flagrante. Resistira à prisão. Ofendera os oficiais. Ficara preso cinco anos até sua soltura e o tempo que lá passara acabaram por transformar em escória o que já era um homem podre.
Virou um bêbado incorrigível. Para esquecer, ele dizia. Esquecer que tinha uma família inútil que o arrastava; três bocas para alimentar que nada faziam além de pedir, reclamar e cobrar. Deus, dia desses se tivesse uma arma ele faria por merecer esses anos na cadeia. E deixava isso claro todas as vezes que batia na esposa. Que porcaria de comida era aquela, afinal? Ele se matava nas ruas para conseguir pôr comida na mesa e, quando o fazia, ela cozinhava o regurgito de um gato? A puta precisava apanhar para saber que o lugar dela era com a barriga colada no forno ou as pernas abertas na cama. E batia nos menores pelos gritos, pelo choro. Até pelas risadas baixas que dessem enquanto ele próprio dormia. Esses diabos tinham que aprender a respeitar o santo sono de um homem. Lenny e a irmã iam dormir aos prantos com o lombo ardendo das varadas e do açoite. Certa vez passara as mãos de Leonard a ferro quanto o molequinho tentou pegar seu troco da venda. Um dólar e setenta, para um sorvete. Tinha que aprender a não foder com ele. E não era tudo uma lição agora? Batia neles para que aprendessem a calar a boca, para aprenderem respeito, para abaixarem a cabeça e aceitar.
Dia daqueles a mulher fugiu sem os filhos. Deixou-os para trás no desespero de ver-se livre do marido. Talvez tenha crido que ele a acusaria de sequestro, de leva-los contra sua vontade. Fosse como fosse, nunca voltou para busca-los nem nunca olhou para trás para lembrar-se de que tinha família.
Leonard cresceu sendo o escudo da irmã. A pequena Lisie, tanto tempo mais nova, fora a única alegria que seus pais o deixaram. Seu sorriso de menina e risinho cristalino eram doces como o orvalho e Leonard se embevecia deles para esquecer a vida miserável que tinha. Quando os tapas e o açoite eram demais durante o dia, Lenny se achegava a ela de noite e lhe contava estórias. De princesas e dragões e de finais felizes. Ela apertava a sua mão e beijava sua bochecha e, escondido no escuro, Leonard chorava quieto para não desperta-la.
Jurou protege-la. Durante todos os anos que cresceram com aquela pobre desculpa de pai, Leonard cumpriu sua promessa. Não deixava que o homem relasse nela suas mãos. Sempre que bebia e parecia que sua ira explodiria em um dos dois, Leonard fazia questão de ser este um. Sempre ao alcance de seus tapas e de seus socos e sempre distante de Lisie. O mais que podia, pedia para que ela ficasse em seu quarto e não tivesse que ver nada que não queria. Sendo boa menina, ela obedecia. Pedia que ficasse quietinha. Pedia que fosse boazinha. E Lisie era boazinha e quieta mesmo quando as vozes erguiam oitavas e coisas voavam pela casa. Não dizia palavra nem mesmo quando seu irmão voltava para o quarto tingido de roxo, vermelho e do evanescente amarelo de abrasões que não tinham tempo de curar antes de serem cobertas por outras novas.
— Diz logo o que quer e desliga.
— Vai com calma aí, rapaz. Não erga a voz para o seu pai.
Os dedos se juntaram na ponte do nariz. Uma dor de cabeça surda surgiu de lugar nenhum.
— Mas já que quer saber, talvez eu precise de ajuda num trabalho importante.
— Não.
— Eu não diria que você está em posição de recusar. Diga olá pra ele, querida.
— Lenny! — A voz de Lisie gritou ao telefone — Lenny, não faça nada do que ele pedir, eu vou ficar bem, Len- hmmph-
— Cale essa boca, acho que ele já entendeu — O sorriso palpável do outro lado da linha — Não é, Lenny? Vai querer ajudar seu velho pai?
Leonard não teve como dizer não. Teve, também, de ver o ônibus chegar e partir enquanto ficava com os pés presos na estação.

[ Bom gente, é isso. Fim do primeiro capítulo, BUT- tem mais. Bem mais. Mas queria saber aí a opinião de vocês, porque é :'3 ]
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