Ela gosta em espanhol

Ela gosta de representar e dançar em torno de você em apertados de uma peça trajes de banho. blog.swimsuit-heaven.net A ella le en can ta po sa r y bailar a su alrededor para usted en apretados tra je s de b añ o de u na sola pieza. Tradução de 'gosta' e muitas outras traduções em espanhol no dicionário de português-espanhol. bab.la arrow_drop_down bab.la - Online dictionaries, vocabulary, conjugation, grammar Toggle navigation Muchos ejemplos de oraciones traducidas contienen “ela gosta” – Diccionario español-portugués y buscador de traducciones en español. Muitos exemplos de traduções com 'ela gosta' – Dicionário português-espanhol e busca em milhões de traduções. O verbo gustar é usado com muita frequência no cotidiano de quem fala espanhol para expressar quando se gosta ou não de alguma coisa ou alguém. Vamos te explicar neste texto as maneiras corretas de conjugar esse verbo e algumas frases de exemplo. Acompanhe! Verbo gustar. O verbo significa “gostar” e, como citamos anteriormente, deve ser usado quando a pessoa deseja dizer se gosta ou ... E, pra entrar nesse clima, a prof Brenda preparou este vídeo, em que ensina duas expressões para dizer que você gosta de alguém em espanhol, sendo que uma pode ser usada para contextos românticos e a outra não. Contrastes entre gostos. Para saber se alguém gosta ou não da mesma coisa que você, em espanhol são usadas frases específicas.Tomemos como exemplo a seguinte oração afirmativa:

Nesta quarentena, decidi assistir 1 filme estrangeiro por dia. Aqui vai a Lista de Filmes desta semana.

2020.04.12 22:03 oppadoesntlikeyou Nesta quarentena, decidi assistir 1 filme estrangeiro por dia. Aqui vai a Lista de Filmes desta semana.

Os filmes tidos como estrangeiros são filmes de outros países fora do Brasil e filmes fora do circuito Inglês/Brasileiro. Assim, filmes em espanhol da América Latina, ou até mesmo Português de Portugal, estão se enquadrando na minha categoria de "estrangeiro".
Devido aos meus estudos em Coreano, a maior parte dos filmes da lista é da Coréia do Sul.
1 - Corpvs Christ - Um filme polonês indicado ao oscar de melhor filme estrangeiro, trata de um detento que se converte ao catolicismo dentro de um reformatório e deseja se tornar padre, mas pelo seu passado, ele não pode ser aceito no seminário. Ainda assim, ele acaba se passando por um padre numa cidadezinha do interior da Polônia que possui conflitos não resolvidos entre seus moradores. (Nota 7.8).
2 - Juror 8 - O filme trata-se do primeiro caso da história da Coréia do Sul a ser julgado por júri popular em 2008. Até então, os julgamentos eram julgados pelo próprio juiz. O filme trata dos 8 primeiros cidadãos a serem convocados para serem o júri e o caso em que participaram 2008). O filme é de 2019 (ano passado). (Nota: 8.7)
3 - Castaway on the Moon (A Ilha do Sr. Kim) - Um homem decide se suicidar pulando da ponte do Rio Han na Coréia do Sul, mas acaba sendo levado pelo mar a uma ilha-parque de reserva natural que tem nas redondezas do rio. Lá, ele acaba voltando aos hábitos primitivos e uma jovem garota hikkimori que não gosta de sair do quarto, fica observando pela janela tudo que o Sr.Kim faz na ilha. Através de mensagens de garrafas e inscrições na areia, os dois passam a se comunicar. (Nota: 7.0)
4 - O Conto da Princesa Kaguya - Filme do Estúdio Ghibli sobre o conto folclórico da Princesa Kaguya, história do século X do Japão. Kaguya nasce de um bambu e acreditando ser um presente dos deuses, o cortador de bambu acredita que ela é uma princesa celeste. Assim, o cortador de bambu e sua esposa, que não podem ter filhos, acaba adotando a menina e cuidando dela até se tornar adulta. A animação toma influências de antigas pinturas japonesas e é um filme mais slice of life da princesa do que um filme épico. A arte é linda e tem momentos que pode ressonar com pessoas que viveram no interior e vida simples dos campos. (Nota 8.3)
5 - O Labirinto do Fauno - Dirigido por Guillermo Del Toro, é um conto que mescla o realismo com o mágico. O Labirinto do Fauno se passa na década de 40, nos anos da ditadura de Franco, sob o olhar da protagonista Ofélia, que ao encontrar com uma fada, deve passar por provas para provar o seu valor como a filha do Rei do Submundo. Nota (8.9)
6 - A Taxi Driver - Baseado em fatos reais conta a história de um jornalista alemão que viajou ao Coréia do Sul nos anos 80 para fazer uma matéria sobre Gwangju e a censura que estava acontecendo naquele local na época da ditadura no país. Para ir a Gwangju, o jornalista precisou ir de Táxi e o taxista que lhe leva até lá acaba sendo também o responsável por fazer com que a matéria jornalística sobre Gwangju acabe indo para o exterior e chamando atenção dos outros países para o massacre ocorrido. O evento de maio de 1980 e a truculência policial sobre os manifestantes ficou conhecido como Gwanju Uprising. (Nota 9.0)
7 - The Wave - Filme alemão que conta sobre o experimento de um professor que decide mostrar a sua turma os efeitos do fascismo sobre os membros da comunidade. A turma acaba-se dividindo entre os mais fervorosos ao novo comportamento e os outros que rejeitam com veemência. Esse embate entre os estudantes acabam tendo um efeito muito maior do que o professor havia calculado. (Nota 7.8).
Essa foi a lista que assisti esta semana. Dos 7 filmes, o que mais curti sem sombra de dúvida foi A Taxi Driver. O ator principal do filme é o mesmo ator principal de Parasite, Song Kang-Ho, e ele é realmente muito bom ator. Além do filme ter uma pegada mais realista sobre as pessoas (o taxista não queria se envolver com nada perigoso, ele só queria ganhar a grana pra levar o alemão para Gwnagju), ele é um pouco lento para mostrar a forma como a comunidade de Gwnagju estava lhe dando com a censura. Ser baseado em fato histórico ajuda no peso do filme, principalmente no ultimo terço do filme. O Figurino dos anos 80 também é legal de ver e notar que os anos 80 da Coréia não parecia tão distante do nosso. (Que também estava passando por algo parecido). O filme é de 2017 e foi o filme que a Coréia do Sul tentou enviar para concorrer ao oscar de melhor filme estrangeiro naquele ano. É um baita filme.
Juror 8 também é interessante, mas ele é bem mais leve, e sabe dosar bem humor com o cenário do julgamento do homicídio do suspeito. Ainda assim é bacana ver como julgamentos se comportavam anteriormente sem a presença de um júri.
O que menos gostei da lista foi The Wave. Não que seja um filme ruim, (nota por nota, Castaway on the moon tem uma nota mais baixa, mas o filme é comédia romântica então não tem presunção de ser algo mais sério do que isso), mas achei um pouco exagerado em alguns pontos. No terceiro dia do experimento já tem gente pixando muro e invadindo casa dos opositores. Na minha opinião deixa o filme um pouco surrealista. Mas a mensagem do filme é clara e é importante notar algumas certas semelhanças com alguns de nossos vizinhos (ou familiares de zap zap e twitter).
E vocês já assistiram algum desses filmes, o que acharam? Comentem, vamos fazer de domingo um dia para guardar o cinema, ;)
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2020.01.13 05:17 stellarpasta I had such an awful debate tournament I quit the English language.

Antes que meu conto, tem que falar sobre dos interesses musicas minhas. Meu gosta bossa nova e falou espanhol também. Com resultado, aprendia português em uma semana. No entanto que não é perfeito, e algumas palavras podem ser em espanhol em vez de português.
Fazendo oratória e debate, especialmente debate “congresso”. Também sou muito bom a esse debate- provavelmente 10o o menos em meu estado. Meus competições tem algumas das melhores pessoas em los Estados Unidos.
Ontem havia nossa 3a competição da liga. Intentava a lograr contra meu rival melhor- #10 em EEUU e #1 da liga. Muito difícil pra fazer, no entanto havia vencer contra ela em passado; no seria impossível. Havia practices constantes, preparações cada dia. Estava determinado, preparado, e temeroso também.
Primeiro, ela no estava. Aprendia que estava enferma, como el 2o da liga.
Segundo, muitos regras cambiava e estava violadas. Incluindo prioridade de falar e interrogar, tempos de falar, e regras simplíssimas com não interrupções durante os discursos. Simple e fácil, si? Meu ocorria que não é muito simple pra nossos juízes e presidentes do conselho. Interrupções, violações do tempo, e todo esse foram em sessões.
Terceiro, los participantes malas logravam e los participantes bons falavam. Participantes antipáticos e em incompetência logravam e foi a sessão final. Eu ela entrapado com outros faladores bons, e faladores em mal também.
Em ninguém sessão, podia encontrar debate bom. Todo ela muito mal, e desfazia meu tempo.
Ela tão mal que todo que vou dizer será em Português. Quedo da idioma Inglês. Estou terminando e necessitou cambiar algumas partes da vida, incluindo mi idioma primeira. Adeus, Inglês! Meu mostrava nada em mis competências linguísticas.
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2020.01.13 05:14 stellarpasta I went to such an awful speech and debate tournament, I quit the English language and started Portuguese.

Antes que meu conto, tem que falar sobre dos interesses musicas minhas. Meu gosta bossa nova e falou espanhol também. Com resultado, aprendia português em uma semana. No entanto que não é perfeito, e algumas palavras podem ser em espanhol em vez de português.
Fazendo oratória e debate, especialmente debate “congresso”. Também sou muito bom a esse debate- provavelmente 10o o menos em meu estado. Meus competições tem algumas das melhores pessoas em los Estados Unidos.
Ontem havia nossa 3a competição da liga. Intentava a lograr contra meu rival melhor- #10 em EEUU e #1 da liga. Muito difícil pra fazer, no entanto havia vencer contra ela em passado; no seria impossível. Havia practices constantes, preparações cada dia. Estava determinado, preparado, e temeroso também.
Primeiro, ela no estava. Aprendia que estava enferma, como el 2o da liga.
Segundo, muitos regras cambiava e estava violadas. Incluindo prioridade de falar e interrogar, tempos de falar, e regras simplíssimas com não interrupções durante os discursos. Simple e fácil, si? Meu ocorria que não é muito simple pra nossos juízes e presidentes do conselho. Interrupções, violações do tempo, e todo esse foram em sessões.
Terceiro, los participantes malas logravam e los participantes bons falavam. Participantes antipáticos e em incompetência logravam e foi a sessão final. Eu ela entrapado com outros faladores bons, e faladores em mal também.
Em ninguém sessão, podia encontrar debate bom. Todo ela muito mal, e desfazia meu tempo.
Ela tão mal que todo que vou dizer será em Português. Quedo da idioma Inglês. Estou terminando e necessitou cambiar algumas partes da vida, incluindo mi idioma primeira. Adeus, Inglês! Meu mostrava nada em mis competências linguísticas.
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2019.08.05 03:58 altovaliriano Fandom antes de "A Dança dos Dragões"

Link: https://bit.ly/2YJSOhS
Autora: Laura Miller
Título original: Just Write It!

[...] Embora “A Game of Thrones” não tenha sido inicialmente um sucesso, ele ganhou a defesa apaixonada de certos livreiros independentes, que o recomendaram aos seus clientes, que, por sua vez, empurravam cópias em seus amigos. Nasceu um corpo de seguidores, ainda que irregular. Parris McBride, esposa de Martin, relembra: “Quando George fez a primeira turnê de assinaturas da série, o gerente da Joseph-Beth Booksellers, em Kentucky, tinha quatrocentas pessoas esperando por ele. Algumas semanas depois, ele estava em St. Louis e ninguém apareceu para a assinatura.
Os dias em que ninguém aparecia procurando uma assinatura de Martin desapareceram há muito tempo. Em janeiro [de 2011], em uma aparição agendada às pressas na livraria Vroman, em Pasadena, centenas de fãs esperavam em uma linha que serpenteava pela loja. Eles apresentaram a Martin volumes de “As Crônicas de Gelo e Fogo” e trabalhos de seus primeiros anos como escritor de ficção científica, bem como com calendários, pôsteres, e-readers, revistas pulp amareladas e réplicas de espadas. Três jovens usavam camisetas feitas à mão com os brasões de seus clãs favoritos da série. Martin estava incansavelmente atento a seus suplicantes, incluindo o casal que lhe pediu para posar para uma foto com sua filha pequena, chamada Daenerys, em homenagem a uma de suas heroínas.
Martin já vendeu mais de quinze milhões de livros em todo o mundo, e seus leitores provavelmente se multiplicarão exponencialmente após o lançamento, neste mês, de "Game of Thrones", uma série da HBO baseada em "A Song of Ice and Fire". Ele se compromete a fomentar seu público, não importa quão grande ele se torne. "Cabe a um escritor ser bom para seus fãs", diz ele. Ele escreve um blog animado e, apesar de ter um assistente, Ty Franck, que analisa a multiplicidade de comentários publicados nele, o próprio Martin tenta ler muitos deles. Um fã na Suécia, Elio M. García Jr., mantém uma presença oficial para Martin no Facebook e no Twitter, e também dirige o principal fórum “Ice and Fire” da internet, Westeros.org. (Westeros é o nome do continente fictício que abriga os Sete Reinos.)
Quando Martin está viajando, o que é frequente, ele participa das reuniões da Brotherhood Without Banners, um fã-clube não oficial com ramos informais ao redor do mundo, e ele inclui seus fundadores e outros membros de longa data entre seus grandes amigos. Em muitos aspectos, ele é um modelo para autores contemporâneos confrontados com uma indústria editorial instável e um mercado fraturado. Anne Groell, editora da Martin na Random House, diz a seus autores: “Entrar em contato e construir comunidades com os leitores é a coisa mais importante que você pode fazer pelo seu livro hoje em dia. Você precisa fazer com que eles se sintam envolvidos em sua carreira. ”
[...]
McBride gosta de morar em Santa Fé - a área tem um “forte grupo de fãs”. Ela chama a comunidade de ficção científica de “minha tribo perfeita”. Com Martin, ela tentou incutir os costumes de sua geração de fãs na Brotherhood Without Banner. . A Irmandade, cujas origens remontam a uma convenção há dez anos na Filadélfia, não cobra uma taxa de associação nem tem uma estrutura organizacional definida. Qualquer coisa muito oficial, na opinião de McBride, "não é o jeito de ser do fã".
Na Irmandade, os encontros locais são chamados de assembleias [“moots”]. Na noite da assinatura do livro de Pasadena, uma assembleia foi realizada no quintal de uma casa em estilo espanhol na cidade. Os membros da fraternidade de tempos atrás se misturavam com os recém-chegados. Martin encostou-se ao corrimão de um deque, tomando cerveja e trocando anedotas sobre convenções anteriores.
Não há dúvida de como se sentem os membros da Irmandade sobre a longa espera por “A Dança dos Dragões”. Um grupo na festa respondeu com tremores de cabeça e exclamações de nojo quando Martin os informou: “Eu ainda estou recebendo e-mail de idiotas que me chamam de preguiçoso por não terminar o livro logo. Eles dizem: ‘É melhor você não dar uma de Jordan". Robert Jordan, cujo verdadeiro nome era James Oliver Rigney Jr., morreu de amiloidose em 2007, antes de finalizar a série "Wheel of Time". (Outro escritor, Brandon Sanderson, vai terminá-la). Martin disse que achou tais observações particularmente insensíveis: “Eu conhecia Jim, que é como seus amigos o chamavam. Ele era meu amigo.”
[...]
Vários veteranos me informaram sobre as tradições do grupo. Na primeira festa da Irmandade, em 2001, um folião embriagado (essa é uma galera que gosta de levantamento de copo) pediu que Martin o armasse cavaleiro. Martin disse: "Eu não posso te armar. Você ainda não saiu em uma missão!”. Quando seu peticionário implorou a Martin que inventasse uma, ele mandou o fã e vários outros em busca de sanduíches de queijo da Filadélfia [Philly Cheesesteak]. Quando eles voltaram com o prêmio, Martin apelidou o grupo de Cavaleiros do Cheesesteak. Então começou o costume de Martin mandar os fãs para fora no meio da noite com ordens de trazer comida de rua local. As buscas da Irmandade são uma versão mais suave de um trote de fraternidade, proporcionando à pessoas que têm em comum apenas um gosto literário particular experiências compartilhadas que as transformam em amigos.
Foi uma noite rápida e, enquanto nos aglomerávamos junto a uma lareira de barro, um fã chamado Erik Kluth relembrou o debate em Kansas City, onde foi feito cavaleiro. Martin ordenara a ele e a alguns outros fãs que pegassem pontas do peito tostadas. Mas no momento em que Martin emitiu seu decreto, os restaurantes fecharam. Em desespero, os fãs correram com o lixo deixado de fora de um estabelecimento. Por fim, os fãs tentaram eles mesmos cozinhar o prato, no estacionamento de uma farmácia. Martin ficou impressionado o bastante com o esforço para chamá-los de os Cavaleiros da Lixeira.
Eu também conheci Kim Ohara, uma mulher de fala mansa que tem sido um membro da Irmandade desde a primeira assembleia. Ela me disse que, mesmo em fóruns da Internet dedicados ao trabalho de Martin, grande parte da discussão não é sobre "As crônicas de Gelo e Fogo". "Você consegue conversar sobre os livros apenas por um tempo", disse ela. Uma vez que os fãs passam a se conhecer, o foco tende a mudar para as histórias de suas próprias vidas. Vários membros da Irmandade se casaram. Em certo caso, Martin ajudou um fã assinando um dos livros de “Gelo e Fogo” com uma notável inscrição: uma proposta de casamento para outro fã.
Elio García estima que passe até 35 horas por mês supervisionando Westeros.org, o site de discussão de “As Crônicas de Gelo e Fogo”. García, um cubano-americano, mudou-se para a Suécia para ficar com a namorada em 1999, no mesmo ano em que os dois fundaram a Westeros.org. Ela o apresentou à série de Martin, e ele logo compartilhou sua obsessão por isso. O site agora tem cerca de dezessete mil membros cadastrados. Apesar de seu apego aos livros, García não chegou a conhecer Martin ou outros fãs antes de 2005. “Eu nunca fui dessa coisa toda de convenções”, ele me disse. “Eu considero muitas dessas pessoas como amigos. Mas eles não são amigos físicos, vizinhos. São pessoas que conheço na Internet. ”
García é um super-fã. Seu conhecimento do mundo inventado de Martin é tão enciclopédico que o autor o dá como referência aos pesquisadores da HBO quando eles têm perguntas sobre a produção de “Game of Thrones”. Embora a participação de García em Westeros.org seja voluntária, seu envolvimento com o trabalho de Martin se tornou semi-profissional. Ele está sendo pago dar consultoria aos licenciadores criando merchandise editorial e escrever textos para um videogame baseado na série.
Ele e Martin estão colaborando em um guia abrangente para os livros, "O Mundo do Gelo e do Fogo". O próprio Martin às vezes verifica algo com García quando ele não tem certeza se ele está certo quanto a um determinado detalhe. Martin disse: "Eu escrevo algo e envio um e-mail a ele para perguntar: 'Já mencionei isso antes?' E ele me escreve de volta: ‘Sim, na página 17 do Livro Quatro’.”
[...]
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2018.12.05 23:22 avehomem [10 anos] COMO ME FUDI NO SHOW DO LOS HERMANOS

O texto abaixo corre a internet já faz algum tempo já faz pelo menos uma década. Vi a notícia do show do Loser Manos e quis reler o texto. Fui procurar e notei que o texto foi publicado neste blog em 11 de novembro de 2008. Ou seja, completou 10 anos algumas semanas atrás.
Pelo que parece é a fonte original, mas não tenho certeza. Eu, assim como todos meus conhecidos, li em algum outro fórum ou comunidade do Orkut. Divirtam-se!

COMO ME FUDI NO SHOW DO LOS HERMANOS,
por Adolar Gangorra em adolargangorra

Voltei para o Brasil há pouco tempo. Vivia com minha família na Inglaterra desde garoto. Estou morando no Rio de Janeiro há uns três meses e agora estou começando a me enturmar na Universidade. Não sei de muita coisa do que está rolando por aqui, então estou querendo entrar em contato com gente nova e saber o que tá acontecendo no meu país e, principalmente, entrar em bastante contato umas garotas legais, né?

Mas foi meio por acaso que eu conheci uma menina maneiríssima chamada Tainá. Diferente esse nome, hein? Nunca tinha ouvido. Estava procurando desesperadamente um banheiro no campus quando vi uma porta que parecia ser a de um. Na verdade, era o C.A. da Antropologia. A garota já foi logo me perguntando se eu queria me registrar em algum movimento estudantil de sei lá o que. Que bacana! Que politizada ela era! E continuou a me explicar a importância de eu me conscientizar enquanto enrolava em beque da grossura de uma garrafa térmica. Pensei em dizer que estava precisando cagar muito rápido, mas ela era tão gata que eu falei que sim. Tainá: cabelos pretos, baixinha e com uma estrutura rabial nota dez... Aí, acho que ela me deu um certo mole... Conversa vai, conversa vem, ela me chamou para um show de uma banda naquela noite que eu nunca tinha ouvido falar: Loser Manos. Nome engraçado esse! Estava fazendo uma força sobre-humana para manter a moréia dentro da caverna, mas realmente tava foda. Continuamos conversando e rindo. Ela riu até bastante, mas eu, na verdade, tava era mesmo rilhando os dentes porque assim ficava mais fácil disfarçar as contrações faciais que eu estava tendo ao travar o meu cu para não cagar ali mesmo na frente dela.

Pensando bem, eu tinha ouvido falar sim alguma coisa sobre essa banda lá na Europa ainda, mas não lembro bem o quê. Ah, acho que vi esses caras hoje no noticiário local dando uma entrevista. Achei que fosse uma banda de crentes tradicionalistas tipo Amish. Todos de barba, com umas roupas meio fudidas. Parecia até a Família Buscapé! Dão a impressão de ser uns sujeitos legais, mas o que me chamou a atenção mesmo foi o jeito da repórter, como se fosse a fã nº 1 deles, como se estivesse cobrindo a volta do Beatles ou coisa parecida. Não entendi esse jeito "vibrão" de trabalhar. Bom, mas se eu conseguir ficar com o bicho bom da Tainá hoje à noite, já tô no lucro! Marcamos de nos encontrar na entrada do ginásio. Rapaz, acho que tô dando sorte aqui no Brasil!

Ia ser fácil achar essa garota no meio da multidão. Ela se veste de uma maneira estilosa, diferente, bem individual: sandália de dedo, saia indiana, camiseta de alça, uma bolsa a tiracolo e o mais interessante: um óculos retangular, de armação escura e grossa, engraçado até! Depois de uns mil "Desculpe, achei que você fosse uma amiga minha.", finalmente encontrei Tainá e seu grupo de amigos. Cacete, isso sim é que é moda! Parecia uniforme de escola!

Ela me apresentou suas amigas, Janaína e Ana Clara e seus respectivos namorados, Francisco e Bento. Uma mistura de fazendeiros com intelectuais. Um cara de macacão, de sandália de pneu e com ar professoral. Outro de colete, tênis adidas, óculos e também com ar professoral. Pareciam ser legais, "do bem" como eles mesmo falam... Mas que não me deram muita conversa. "Do bem", isso mesmo! Gíria nova... Todos aqui são "do bem". E que nomes tão simples e idílicos! Janaína, Ana Clara, Francisco, Bento e Tainá. Nada de Rogérios ou Robertos. E eu que já tava me sentindo meio culpado por me chamar Washington... Realmente estava no meio de uma nova época da juventude universitária brasileira!

Comecei a conversar com a Tainá antes que a banda entrasse no palco. Aí... acho que tá rolando uma condição até! Quem sabe posso me dar bem hoje? Ela começou a falar de música: "De quem você é fã?", perguntou. Pô, eu me amarro no George..." Ela imediatamente me interrompeu, dizendo alto: "Seu Jorge? Eu também amo o Seu Jorge!" Puxa, que legal! Ela gosta tanto do George Harrison que se refere a ele com uma intimidade única! Chama ele de "Seu"! Seu Jorge! Isso é que é fã! "Legal você já conhecer ele, hein? Eu sabia que ele ia se dar bem na Europa! O Seu Jorge é um gênio!", ela emendou. Pô, eu morava na Inglaterra. Como eu não ia conhecer o George Harrison?

Essa eu não entendi...

Logo ela perguntou quais bandas que eu gostava. "Eu curtia aquela banda da Bahia...".

"Ah, Os Novos Baianos, né?? Adoro também!" "Não, Camisa de Vênus! "Silvia! Piranha!" cantei, rindo. A cara que ela fez foi de quem tinha bebido um balde de suco de limão com sal. Senti que ela não gostou muito da piada. Tentei consertar: "Achava eles engraçados, mas era coisa de moleque mesmo, sabe?" Óbvio que não funcionou... Aí, acho que dei um fora...

Depois, Tainá foi me explicando que o tal Loser Manos é a melhor banda do Brasil, etc., etc., etc., e que eles "promovem um resgate da boa música brasileira". "Tipo Os Raimundos com o forró?", perguntei. "Claro que não!", disse ela meio exaltada! Ela me falou que não se pode comparar os Hermanos com nada porque "eles são únicos", apesar de hoje existirem outros excelentes artistas já reverenciados pela mídia do Rio de Janeiro como Pedro Luis e a Parede, Paulinho Moska, O Rappa, Ed Motta, Orquestra Imperial, Max de Castro, Simoninha e Farofa Carioca. Ela mencionou também "Marginalia" ou coisa parecida. Foi isso mesmo que eu ouvi? Achei que ela estivesse elogiando eles... Esses foram os nomes artísticos mais escrotos que já tinha ouvido, mas fiquei quieto. Fico feliz em saber sobre essa nova onda musical pois quando saí do Brasil o que fazia sucesso no Rio era Neuzinha Brizola e seu hit "Mintchura". Ainda bem que tudo mudou, né?

Só depois percebi que o nome da banda é em espanhol: Los Hermanos. Ah bom! Mas se eles são tão brasileiros assim porque não se chamam "Os Irmãos"? Quando saí daqui os nomes de muitas bandas costumavam ser em inglês e até em latim. Ainda bem que essa moda de nomes de bandas em espanhol não pegou no Brasil!

Pelo que me lembro, ao explicar qual é a dos "Hermanos", ela usou a expressão "do bem" umas 37 vezes e disse que eles falam de romantismo, lirismo, samba e circo. Legal, mas circo? Pô, circo é foda! Uma tradição solidificada nos tempos medievais que ganha dinheiro maltratando animais. Onde está a poesia de ver um urso acorrentado pelo pescoço tentando se equilibrar miseravelmente em cima de uma bola enquanto é puxado por um cara com um chicote na mão? Rá, rá, rá... Engraçado pra caralho! Na boa, circo é meio deprimente. Palhaço de circo só troca tapão na cara e espirra água nos olhos dos outros com flor de lapela e quando sai do picadeiro, vai chorar no camarim. Que merda! A única coisa legal no circo mesmo é quando ele pega fogo! Isso sim que é um espetáculo de verdade! Aquela correria toda, etc. Senti que essa galera se amarra em circo. Não faz sentido se eles são tão politicamente corretos assim, né? E os pobres animais? E eu querendo não passar em branco na conversa com a Tainá, mas não conseguia lembrar de jeito nenhum a única coisa que eu sabia sobre a banda... Cacete...! O que era mesmo?

De repente, uma gritaria histérica! O show tava começando! O ginásio veio a baixo! Perguntei pra ela: "Eles são todo irmãos, né, tipo o Hanson?" Ela disse um "não" esquisito, como se eu tivesse debochando. Todos eles usam uma barba no estilo Velho Testamento e se chamam "Los Hermanos"! O que ela queria que eu pensasse? Após ouvir a primeira música deu pra ver que os caras são profissionais mesmo, tocam muito bem e são completamente idolatrados pelo público, para dizer o mínimo. Fiquei prestando atenção ao show. Pô, as músicas são boas! Dá pra ver uma influência de Weezer, Beatles e Chico Buarque. Esse aí é fodão, excelente compositor mesmo. Lá na Inglaterra conhecia uns caras que eram ligados ao movimento "Dark", como chamam por aqui. São os sujeitos que gostam de The Cure, Bauhaus, Sister of Mercy, etc. E tem a maior galera aqui no Brasil também que se veste de preto, não toma sol, curte um pessimismo niilista e se amarra nessas bandas. Mas se eles sacassem que o Chico Buarque é o genuíno artista "Dark" brasileiro... Pô, é só ouvir as músicas dele pra perceber: "Morreu na contra-mão atrapalhando o tráfego" ou "O tempo passou na janela é só Carolina não viu". "Pai, afasta de mim esse cálice, de vinho tinto de sangue" ou "Taca pedra na Geni, taca bosta na Geni, ela é boa pra apanhar, ela é boa de cuspir, ela dá pra qualquer um, maldita Geni". Tudo alegrão, né? Aí, se eu fosse dark, só ia ouvir Chico Buarque, brother!

Tentei reengatar a conversa dizendo que achava ao baixista o melhor músico dos Los Hermanos. Ela respondeu, meio irritada: "Mas ele não é da banda!" Como eu ia saber? O cara tem barba também! Aí, não tô entendendo mais nada...

Adiante, ela me disse que o cara que ela mais gostava na banda era um tal de Almirante. Depois de alguns minutos deu pra ver que o camarada imita um pouco os trejeitos do Paul McCartney, só que em altíssima rotação. Ele fica se contorcendo feito um maluco enquanto os outros ficam estáticos. É engraçado até! Parece que ele tem uma micose num lugar difícil de coçar! E fica falando e rindo direto. Ele é o irmão gaiato do cara que canta a maioria das músicas, o tal de Marcelo Campelo, como anunciaram no noticiário local hoje. Isso mesmo, Marcelo e Almirante Campelo: "Os Irmãos"! Legal! Já tava me inteirando! Ah, e tem também dois gordinhos de barba que estão lá também, mas devem ser filhos de outro casamento...

Tava um calor desgraçado, coisa que eu realmente não estou mais acostumado. Fui rapidão ao bar pra beber alguma coisa. Comprei umas quatro latas de refrigerante que era o único troço que tava gelado para oferecer para meus novos amigos: "Aí, trouxe umas coca-colas pra vocês!" Ouvi a seguinte resposta: "Coca-Cola? Isso é muito imperialista... Guaraná é que é brasileiro!" Puxa, que pessoal politizado... Isso mesmo, viva o Brasil! "Yankees, go home", rá, rá! Outro fora que eu dei! Mas, pensando bem, eles não usam o Windows e o Word pra fazer trabalhos da universidade? Ou usam o "Janelas"? Dessas coisas gringas não é tão mole de abrir mão, né? Mais fácil não tomar Coca-Cola! Isso sim que é ativismo estudantil consciente! Posicionamentos políticos à parte, tava quente pra burro, então bebi tudo sob o olhar meio atravessado de todos eles... fazer o quê?

Lá pelas tantas, começou uma música e todo mundo berrou e pulou. Parecia o fim do mundo. Logo nos primeiros acordes, reconheci o som e falei pra Tainá: "Ah, eu sei o que é isso! É um cover do Weezer! Me amarro em Weezer!" Ela olhou pra mim com uma cara indignada e disse: "Que Weezer o quê? O nome dessa música é "Cara Estranho". Já vi que não gostou de novo... Mas quem sou eu pra dizer algum coisa aqui, né? Porra, mas que parece, parece! Mas o que era mesmo que eu não consigo lembrar de jeito nenhum sobre eles? Acho que conheço alguma outra música deles... Só não consigo dizer qual...

Sabia que se eu quisesse me dar bem logo com a Tainá teria que ser entre uma música e outra pois parecia que ela estava vendo um disco voador pousar enquanto os caras tocavam. Resolvi fazer uma piada pra descontrair, que sempre rola em shows. Quando o Campelo tava falando alguma coisa qualquer, berrei: "Filha da putaaaaaaaaaa!" Pra que? Tainá e sua milícia hermanista me deram uma cutucada monstra na costela que me fez enxergar em preto e branco uns 5 minutos! Pô, todo show alguém grita isso! É quase uma tradição até! Eu me amarro no cara! E é só uma piada! Aí, esse pessoal leva tudo muito a sério! Caralho... Pensei em pegar uma camisinha da minha carteira e fazer um balão e jogar pra cima, como rola em todo show, pra mostrar pra Tainá que eu sou uma cara consciente, tipo: "Aí, Tainazão, se tu se animar, eu tô preparado!", mas depois dessa vi que senso de humor não é o forte dessa galera...

O tempo tava passando e nada de eu ficar com minha nova amiguinha. Quando fui tentar falar uma coisa no ouvido dela, foi o exato momento em que começou uma outra música. Foi aí que a louca deu um grito e um pulão tão altos que eu levei uma cabeçada violenta bem no meio do meu queixo! Ela não sentiu nada, óbvio, pois estava em transe hipnótico só por causa de uma canção sobre a beleza de ser palhaço ou lirismo do samba ou qualquer outra coisa do gênero. A porrada foi tão forte que eu mordi um pedaço da língua. Minha boca encheu d´água e sangue na hora! Enquanto eu lutava pra não desmaiar, instintivamente enfiei a manga da minha camisa na boca pra estancar o sangue e não cuspir tudo em cima de Ana Claudia e Jandaína or something. Só que estava tão tonto com a cabeçada que tive que me segurar em uma ou outra pessoa pra não cair duro no chão. Foi quando ouvi: "Nossa, que horror! Lança-perfume! Esse playboy tá doidão de lança! Que decadência..." Lança-perfume? Cara, lógico que não! E mesmo que tivesse, todo show tem isso! Mas nesse, não pode. É "do bem". É feio ter alguém cheirando loló!! Pô, todo show que eu fui na vida tinha alguém movido a clorofórmio. Aqui, não. Rapaz, onde fui me meter?

Babei na minha camisa até o ponto dela ficar ensopada! Fui ao banheiro tentar me recuperar do cacete que tomei. Lavei o rosto e tirei a camisa. Quando voltava passei por uma galera e ouvi resmungarem alguma coisa do tipo: "...e esse mala aí sem camisa..." Porque não se pode tirar a camisa num show? Isso aqui não é só uma apresentação de uma banda? Parecia que eu ainda estava na Europa! Regulões do caralho... E, afinal, o que significa "mala"?

Estava enxergando tudo embaçado e notei que minhas lentes de contato tinham saltado pra longe com a cabeça-aríete de Tainá e esmagadas por centenas de sandálias de dedo. Lembrei que sempre levo um par de lentes extras no bolso. É uma parada moderna que eu achei lá em Londres. Um estojo ultrafino com uma película de silicone transparente dentro que mantém as lentes umedecidas e prontas para uso. Abri o estojo e peguei cuidadosamente a película com as duas mãos e elevei-a contra a luz para conseguir achar as lentes. Estiquei os polegares e indicadores, encostando uns nos outros, para abrir a película entre esses dedos. Balançava o negócio levemente, de um lado para o outro, contra a pouca luz que vinha do palco para conseguir localizar as lentes. Não estava enxergando nada direito! Quando tava lá com as mãos pra cima, fazendo uma força absurda pra achar as lentes, um dos caras legais com nomes simples, me deu um puta safanão no ombro. É claro que o silicone voou longe também... Caralho, minhas lentes! Custaram uma fortuna! Que filho da puta! "Que sinal é esse que tu fazendo aí, meu irmão? Tá desrespeitando as meninas?"

"Que sinal?? Que sinal??", respondi, assustado!

"De buceta, palhaço!", apertando o meu braço que nem um aparelho de pressão desregulado. "Você tá no show do Los Hermanos, ouviu? Los Hermanos! Ninguém faz sinal de buceta em um show do Los Hermanos, sacou?", gritou o tal hipponga na minha cara.

Que viado, eu não tava fazendo nada! Parecia uma freira de colégio! Que lance é essa de buceta? Da onde esse prego tirou isso? As meninas... (Perái! Menina? A mais nova aí tem uns 25!) ficaram me olhando com a cara mais escrota do mundo! A essa altura, já tinha percebido que não ia agarrar a Tainá nem que eu fosse o próprio Caetano Veloso! "Bento", que nome mais ridículo... Isso aqui é um show ou uma reunião de alguma seita messiânica escolhida para repovoar a Terra?

Caramba, que noite infernal! Tava com a língua sangrando, sem enxergar direito, só de calça, arrotando sem parar e puto da vida porque só tinha aceitado vir aqui por causa de mulher. Estava no meu limite. Isso era um show ou uma convenção do Santo Daime? Que patrulhamento! E, de repente, vejo Tainá e seus amigos olhando feio pra mim e cantando a seguinte frase: "Quem se atreve a me dizer do que é feito o samba?" Aí foi demais! Eu me atrevo: Ritmo, melodia e harmonia. Pronto, só isso! Mais nada! Olha só: foda-se o samba, foda-se o circo, foda-se a obsessão por barba da família Campelo e, principalmente, foda-se essa galera "do bem" que está aqui!

Apesar de tudo, a banda é realmente é muito boa! O que incomoda mesmo é esse público metido a politicamente correto e patrulhador e a imprensa que força a barra pra vender alguma imagem hipertrofiada do que rola de verdade. Esse climão de festival antigo de música popular brasileira, daqueles com imagens em preto e branco, com todo mundo participando, que volta e meia reprisam na tv, tudo lindo e maravilhoso. "Puxa vida, um novo movimento musical brasileiro!"? "Estamos realmente resgatando a nossa cultura!" ? Que exagero... Ei, é só música pop! MÚSICA POP!

Caralho, finalmente lembrei! Eu conheço uma música deles! Ouvi em Londres! Numa última tentativa de salvar meu filme com Tainá, na hora do bis, berrei bem alto: "TOCA ANA JULIA!" Só acordei no hospital. Tomei tanta porrada que vou ter que fazer uma plástica pra tirar as marcas de pneu da minha cara! Fui pisoteado! Neguinho ficou puto! Qual é o problema com essa música? Me lembro de estar sendo chutado pela elite dos estudantes universitários brasileiros e da própria Tainá, gritando e me dando um monte de bolsadas na cabeça! Que porra louca! Tentaram me linchar! Ofendi todo mundo! Pô, Ana Julia é uma música boa sim! É um pop bem feito! Se não fosse, o "Seu Jorge" Harrison não teria gravado, né? Se ele não entende de música, quem entende? Me disseram depois que o tal Campelo se retirou do palco chorando, magoado, e o outro irmão mais novo dele, o nervosinho que imita o Paul McCartney, pulou do palco pra me bicar também. Do bem? Do bem é o cacete...

Aí, sinceramente, ainda prefiro o show do Camisa de Vênus...
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2018.11.02 17:41 DiogoSalvia Apelo à Sensatez!

O que a massa de jovens histéricos e paranoicos tem que entender é que a realidade está para muito além dessa guerrinha de amores e ódios à eleição de Bolsonaro para a presidência. Literalmente tem gente desfazendo ''amizades'' por causa disso. Chorando horrorizadas... Que essa guerrinha já não vale para nada, só para deixá-los mais burros ainda, qualquer indivíduo sério deve saber - o mundo não vai acabar porque ele foi eleito, nem será salvo porque ele foi eleito.
Todo o terror psicológico da ameaça hipotética que Bolsonaro representa para certas pessoas (hipotética porque ainda não vi nenhum grupo pró-Bolsonaro queimando pneus, invadindo as casas dos petistas ou agredindo homossexuais) é um próprio fruto da engenharia política e midiática - e vale lembrar que a mídia é dominada pela Esquerda desde os tempos do regime militar - para instituir o caos. A sociedade dividida sempre é algo bom para aqueles que querem centralizar o Poder através da política. Uma sociedade dividida (intoxicada pela luta de classes) foi um dos pontos fracos do Brasil. Mas a verdade é que 99,9% dos eleitores do Bolsonaro não são extremistas, não vão sair por aí armados de fuzil para exterminar as ditas ''minorias'', assim como se Haddad tivesse vencido não haveria no outro dia um exército vermelho tomando todas as propriedades privadas (mas e o MST?!).
Essa histeria toda também é por pura falta de maturidade desta juventude-massa. A maioria desses jovens ''intelectuais'' e revoltados estão ocupados fumando maconha aos arredores de suas universidades e escrevendo sermões no Facebook, posando de justiceiros sociais. O único remédio para isso é ficar em silêncio e ir estudar para compreender as reais circunstancias que cercam nós todos (estudar antes de opinar, sempre!). E ter alguma consciência de si mesmo. Sem isso tudo é gritaria sem finalidade. É revolta dos desencontrados que entram nessa ou naquela onda sem saber olhar para o próprio umbigo. Nenhum grupo, nenhum movimento social e nenhuma causa enche o ser humano de virtudes; é o ser humano que deve buscar ter tais virtudes e então poderá tornar uma causa nobre.
Vamos ser sensatos, pensar por fatos e não por imagens abstratas que estão por aí flutuando no ar - imagens do Bolsonaro com um bigodinho à la Hitler ou com um casaco de couro brilhoso e uma bandeira do Brasil na costas. Não há diabo encarnado ou salvador da pátria nessa história. Tudo isso é exasperação imaginativa, falta de maturidade emocional e, acima de tudo, um grande sinal que sua inteligência está sob risco. Também não devemos nos apegar a alguma paixão imediatista (tanto quem é a favor quanto quem é contra Bolsonaro) só porque ouvimos o coleguinha falando que gosta ou não gosta dele, ou porque ouvimos ele dizer ''Vá queimar tua rosquinha quando tu bem entender, porra'' em alguma entrevista. Pois, infelizmente, na maioria dos casos é assim: as pessoas gostam de tal opinião e passam a concordar e discordar no puro automatismo. Basta falar que votou em fulano ou ciclano que já se torna uma escória nojenta aos olhos do ilustre interlocutor. Lá se vai a boa e velha Dialética, a discussão de ideias que é tão citada de forma hipócrita por aqueles que nunca discutem ideias, mas fazem de tudo para calar as bocas que dão vozes à ideias que divergem. Quando se chega a esse nível - já dizia o filósofo espanhol, Ortega Y Gasset - é porque o ser humano renunciou a si mesmo e decidiu agir como um orangotango. E quantos orangotangos vemos hoje por esse Brasil.
Queira ou não queira, Bolsonaro foi eleito pela maioria, sob o véu da tão aclamada Democracia. E não houve uma fraude de apuração secreta dos votos como na eleição de 2014, portanto é um governo legítimo. O número de ministérios será diminuído, teremos muitos ministros competentes para cada área proposta, teremos direitos que nos foram tirados (como o próprio porte de arma - sim, o porte de arma já tinha sido aceito numa votação democrática), teremos uma descentralização do poder estatal (daí o Slogan ''Mais Brasil, menos brasília''), nos distanciaremos de ditaduras e ditadores para nos aproximar das grandes potências e, segundo os planos, teremos uma economia Liberal - TODO país próspero no MUNDO precisou de políticas liberais-econômicas para prosperar). Mas isso tudo é aberto para debate e debate consiste em discutir ideias e visões de mundo diferentes - não consiste em berros, choradeira e hashtags. Então para quem quer ser sério e desenvolver os miolos, começo aqui uma oportunidade de debater sobre o governo que teremos a partir de 2019.
Basicamente é mais um passo para se livrar de toda a sujeira dos comunistas, que são culpados diretos de toda decadência moral e econômica do Brasil - sim, a culpa do Brasil ter mais de 70 mil homicídios por ano, uma economia em ruínas e uma educação degradada não é do Bolsonaro e seus eleitores. É culpa de uma política furada que já está em atividade há muito tempo, aliada à ignorância do povão. Bolsonaro já deu evidências que realmente vai fazer um governo diferente - chega desse sufoco.
Esse texto é um apelo à sensatez justamente em um momento que precisamos tanto dela: pois, decerto, não há nada de sensato discutir política como se fosse mera questão preferencial, de aprovação ou desaprovação, de gostos e desgostos. Não é uma partida de futebol. Se você não tem conhecimento de causa, do por que e como chegamos a essa situação, de quem é Bolsonaro e qual é seu plano de governo, de quem são seus inimigos, etc..simplesmente abstenha-se de sair por aí soltando suas opiniões, porque elas não vão ter substância alguma e são, afinal, elementos alienantes que vão confundir mais a sua própria consciência - uma tagarelice sem finalidade.
Se palavras como ''Comunismo'', ''Fascismo'',''Liberalismo'',''Conservadorismo'', ''Estado'', ''Democracia,''Direita'', ''Esquerda'', ''Política'', ''Moral'', ''Cultura'', ''Educação'', ''Brasil'' são palavras desconhecidas por você ou são usadas apenas como chavões, sem a intuição de seus respectivos significados na realidade que vivemos, simplesmente não saia gritar com seu coração podre nas mãos, em nome de tal movimento social ou de si mesmo, o quanto você ama ou odeia Bolsonaro, Haddad ou esse e aquele grupo. Simplesmente poupe os outros desse barulho e vá tomar no cu. Estudar e trabalhar também vai ajudar.
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